quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Escolhi ser feliz

Em especial, não quero conjecturar hoje aqui sobre isso, quero apenas que reflitam. Quantas vezes foram julgados insanos – por não se enquadrarem no que é tido como comum. Quantas vezes você deixou de dançar, mesmo enquanto a música lhe gritava a alma, porque o outro não ouvia? O que você deixou de fazer por temer a opinião alheia? Desde minha juventude leio esta frase do filósofo Nietzsche (assim como outras obras dele) e ela sempre se encaixou perfeitamente na minha vida. Eu já fui uma pessoa que abriu mão do que acreditava por receio do que iriam pensar. Sofri bullying quando criança e jovem por ser diferente do padrão do mundo. Com o tempo, compreendi que vivemos num mundo que chama de loucos os que rompem paradigmas. Aprendi que o extraordinário não cabe numa caixa. E que aqueles chamados de “loucos”, podem ser os verdadeiros detentores da visão. As descobertas mais incríveis da humanidade foram geradas por aqueles que ousaram observar, pensar e agir além do óbvio. Estes podem transformar de forma positiva a vida das pessoas. Ainda hoje recebo retaliações por pensar diferente do que é tido como convencional, mas não me deixo paralisar mais pela negatividade. Sigo em frente, lembro de ouvir a música interior, foco nela e na essência de quem sou. Danço com quem dança comigo. Minha família, amigos, vocês, constelação! Perfeito, jamais seremos. Não somos dono de toda a sabedoria, até porque para evoluir o aprender e o saber é uma constante. E esta é a graça da vida. Sermos aperfeiçoados diariamente, eternos aprendizes!

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