quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
Bom dia
Bom dia!!!!
O meu bom dia de hoje vem com uma reflexão!!!
E preciso ousar!!!!
Imagine isto: um burro faminto e sede encontra-se no dilema mais absurdo da sua vida.
À sua esquerda, um monte de feno dourado e tentador.
À sua direita, um balde cheio de água fresca.
O pobre animal está exatamente no meio do caminho entre os dois, incapaz de decidir o que precisa mais.
Seu estômago ruge, sua garganta está seca e sua mente...
Bem, a mente dele está completamente bloqueada.
Esta cena, aparentemente cômica, esconde uma profunda reflexão filosófica que intriga os pensadores durante muitos séculos.
A questão conhecida como "burro de Buridan" não é apenas um animal indeciso, é um símbolo de como a racionalidade excessiva pode nos levar à inação total. As vezes é preciso deixar o emocional falar mais alto!!!
Aqui está a armadilha: o burro, na sua ânsia de tomar a decisão "perfeita", acaba não tomando nenhuma.
Sua lógica impecável torna-se sua perdição. Enquanto debate internamente os méritos do feno contra água, o tempo passa inexoravelmente.
E o resultado é tão trágico quanto absurdo: o burro morre de fome e sede, rodeado de tudo o que precisa para sobreviver.
Mas antes de rir desse burro filosófico, pergunte a si mesmo: quantas vezes você se encontrou em uma situação semelhante? Talvez não entre feno e água, mas entre dois trabalhos, duas casas, ou até dois sabores de sorvete.
A indecisão, alimentada pelo medo de errar, pode nos paralisar tanto quanto nosso amigo de quatro patas.
A moral é clara e forte: a vida não espera que tomemos a decisão perfeita.
Às vezes, qualquer decisão é melhor do que nenhuma.
Não deixe sua vida se tornar uma versão humana do dilema do "burro de Buridan". Lembre-se, enquanto você duvida, o feno apodrece e a água evapora.
Então, da próxima vez que estiver preso entre duas opções, pense no nosso amigo burro. Tome uma decisão, dê um passo em frente, e se estiver errado, pelo menos vai fazê-lo em movimento. Afinal, a vida é curta demais para ficar parado no meio do caminho entre o feno e a água.
Sempre vale a pena
Sempre Vale a Pena!!
Vale a pena a tentativa e não o receio;
Vale a pena confiar e nunca ter medo;
Vale a pena encarar e não fugir da realidade.
Ainda que haja fracasso, vale a pena lutar.
Vale a pena discordar do melhor amigo
e não apoiá-lo em suas atitudes erradas:
vale também a pena corrigí-lo.
Vale a pena encarar-se no espelho
e ver se está certo ou errado.
Vale a pena procurar ser o melhor e aí...
Vale a pena ser o que for...
Enfim...
Vale a pena viver a vida, já que a vida
não é tudo que ela pode nos dar,
mas, sim, tudo o que podemos dar por ela.
Uma certa tarde
Era uma tarde triste e incerta, tão vazia quanto uma praia deserta, mas aquela última brisa que veio lá da serra, tocou diferente na minha pele. Trouxe uma inquietude estranha, não aquela mesma que sempre me acompanha, mas uma outra que eu ainda não conhecia. Um desejo de aventura, de sair por aí sem rumo, seguir a estrada até onde ela termina, de tomar um caminho que eu ainda não conhecia, e partir deixando por um tempo nossa casa vazia.
E descobri que mais que uma brisa, ou um vento, essa sensação de querer partir era um sentimento, um desassossego, uma viagem onde a alma vai primeiro e o corpo chega depois. E ao olhar para você eu tive certeza do que em seguida aconteceria. Escalamos a montanha com esse espirito de aventura que nos guia, subimos pela face mais íngreme, e conseguimos chegar ao topo para descansar nossos olhos na paisagem e tocar as nuvens com nossas mãos.
E lá do alto dessa montanha contemplamos a beleza do mundo nos olhos um do outro, nos esquecendo de tudo que nesse mundo nos fere, nos derruba ou nos arranha, ao longe vemos que uma tempestade se forma, os raios riscam os céus com violência tamanha, é nós dois buscamos abrigo um no peito do outro com a certeza de que cada experiência nessa vida ou nos transforma ou nos entranha.
Desgraçada dúvida
Ele acordou sem sono, tinha vontade de levantar, um intenso desejo de sair da cama, mas algo lhe prendia, havia um magneto irresistível e aterrorizador. A desgraça tinha caído sobre sua psique tão intensa e voraz como a lava ardente de uma explosão vulcânica. E tal desgraça tinha um nome, chama-se dúvida. Ela havia chegado um pouco mais tarde, a aparência estava distinta, o olhar mais brilhante, o trejeito um pouco indiferente, o beijo foi mais curto e seco, o abraço foi distante e a conversa foi monossilábica. Ele sentiu-se um extra num filme que estava acostumado a ser protagonista e, ao perder seu papel principal, os alarmes de sobrevivência da espécie dispararam no meio da noite. Então, no silêncio amendontrador da escuridão noturna, seus olhos esbugalhados inventavam fantasias enganosas, sua respiração curta tentava encontrar uma explicação para a situação atual, seu irriquieto coração latejava sons de traições extravagantes e suas pernas jaziam letárgicas frente ao desesperador inferno das hipóteses, ao exagerado tumulto emocional de suspeitas questionáveis. Cada segundo era uma eternidade em sua surreal e notúrnica dor. Naquele turbilhão de pensamentos, às vezes a certeza de uma traição parecia um relaxante alívio em comparação com os pavores da dúvida. Enquanto isto, ela dormia um sono leve e descompromissado, daqueles que são livres das sôfregas respirações que afligem os sonos infiéis, ela respirava com a branda tranquilidade de um sono natural. Mas ele seguia irriquieto, preso por temores e tremores que não conseguia controlar, muito menos explicar. Logo, o sol apareceria pela janela e traria um novo dia, um amanhecer com novas perguntas, provavelmente sem respostas, de uma vida que não era só dele e que nem ele sabia se ficava ou continuava, pois a desgraça da dúvida, havia batido à porta de sua imaginação.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
As diferenças de comportamentos
As diferenças de comportamento entre as pessoas com as quais convivemos me faz acreditar que neste planeta coexistem ao mesmo tempo seres humanos com os mais variados graus de evolução espiritual. Numa escala que conta desde pessoas que se preocupam apenas com a sobrevivência e em estar vivo até aqueles cuja auto aceitação reconhece e aceita as suas próprias deficiências e faltas, como meras etapas ao longo do caminho para adquirir mais habilidades. Nessa escala cabem todas pessoas do mundo e sua evolução espiritual não é medida pelo seu status social ou bens, muito pelo contrário, o que torna alguém mais evoluído é justamente desfrutar dos prazeres da vida, sem estar apegado a qualquer um deles.
Isto explica porque muitas vezes temos que lidar com pessoas tão diferentes de nós mesmos, passar por situações de muito conflito e conviver com seres absolutamente hipócritas e insensatos. Explica porque muitas vezes em alguns lugares nos sentimos “peças redondas nos buracos quadrados”, porque incomodamos os outros sem saber porquê ou causamos boa impressão sem precisar fazer força. Não sou capaz de saber com certeza (seria presunção ou vaidade, duas características de pouca evolução) em qual grau estou, mas posso arriscar em qual não estou. Não estou entre aqueles que buscam reconhecimento motivados pelo ego. Estou entre aqueles que buscam o desenvolvimento pessoal ao longo de um caminho que seja natural. Não estou entre os preconceituosos, racistas e orgulhosos. Estou entre aqueles que respeitam as visões do mundo dos outros e seus hábitos, costumes e culturas, mesmo que não concorde com eles.
O caráter das pessoas quando não se revela na linguagem, cedo ou tarde transparece através dos atos, muitos dos materialistas tentam escamotear seus verdadeiros interesses se travestindo de espiritualizados, no entanto seu real propósito de vida claramente aponta para o material. Mais do que enganar aos outros, enganam a si mesmos sem medidas. Há quem se considera evoluído, mas revela seu atraso quando expõe seu anseio de justiça que cheira a vingança.
Seres de pouca evolução escolhem suas vítimas entre as pessoas honestas e seja qual for a posição social que ocupem, o brilhante verniz da civilização não os livra do opróbrio e da ignomínia. Assim convivemos com aqueles que julgam saber mais do que realmente sabem. Tem aqueles que nem são bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. Mas tem também aqueles cuja qualidade principal é a bondade, porém seu saber é bastante limitado, seu progresso realizou-se mais no sentido moral do que intelectual. Convivemos com aqueles que são dotados de uma capacidade intelectual que lhes permite julgar com precisão os homens e as coisas, porém incapazes de fazer uma autocritica, de ver em si mesmos, os defeitos que tanto apontam nos outros. Tem aqueles que ainda, ao estarem filiados a uma crença ou religião pensam estar num patamar superior aos demais e é justamente este falso pedestal que os rebaixa.
Quem está aqui, seja lá em qual grau de evolução esteja, admira a virtude, mas não consegue vencer o vício. Exalta a palavra mansa dos quais admiras, mas frequentemente cai na expressão agressiva e violenta. Nós na maioria das vezes queremos o bem, mas muitas vezes nos envolvemos com o mal. Enfim, evolução não é uma questão de competição, de ser melhor ou pior que alguém, é vencer a si mesmo, estar sempre cheio de curiosidade, em busca da virtude, a procura de um ideal e com uma inquietação profunda de aprender e evoluir.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
A televisão
Se a tv se resumisse a um ditado, poderia ser facilmente conhecida como uma faca de dois gumes. Mas seria muito pouco para definir tamanha complexidade, um meio que com sua chegada transformou definitivamente a sociedade e balançou os alicerces das relações humanas em todo o mundo. A vida, a rotina e, sobretudo o desejo humano ganharam outras cores e outras caras. O que apenas parecia para os amantes do rádio como uma sofisticação da comunicação, aliando som, texto e, sobretudo imagem, agora se transformara no mais poderoso meio midiático de transformação do pensamento, comportamento e cosmovisão. A vida não era mais a mesma e foi assim que as gerações que surgiram após, enxergaram os novos tempos pós modernos da história. Vilã ou heroína, a tv encontrou ambiente fértil para germinar numa sociedade ávida pela novidade e pelo desejo de consumo. Nasceu com o poder como aliado e como espelho de sua pr´pria razão de ser. A televisão é poder em essência. Aproveitando-se da ausência de reflexão da sociedade como um todo, de sua alienação, a tv cresceu com caminhos abertos, desbravando territórios, rompendo fronteiras espaciais,alcançando as diferentes camadas sociais e impondo de modo sutil uma cultura que massificou, fez e faz sucesso até hoje. Ela chega até onde não se chega correspondência, luz, água encanada, escola, médico, etc... Como vilã, pra muitos se tornou um meio subeversivo, bagunçando a ordem social, pervertendo valores da família, invertendo princípios cristãos, se servindo de aliada para políticos mercenários e ditadores e mal informando a população. Tornou-se verdade absoluta na maioria dos lares com ideologias que aniquilaram as oposições e passou a imperar como a verdade dos lares. Como heroína, trouxe alegria em meio à letargia de uma sociedade pacata e apática.Modificou os gostos, modernizou a vida urbana, conquistou com desenvoltura um espaço cativo no coração da sociedade, mexendo nas estruturas da linguagem, da interpretação de fatos e na percepção do homem. O entretenimento que produzia fez surgir uma nova forma de viver e aproveitar a vida. Era o show que acabara de começar. Injusto seria rotular e condená-la. Como assim seria endeusá-la e promovê-la como salvadora de nossas mazelas. Está longe de ser uma coisa e outra e pensando assim, melhor seria tê-la como uma estrada de mão e contramão.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2025
O que é o estoicismo?
O estoicismo é uma escola filosófica fundada no início do século III a.C. em Atenas por Zenão de Cítio. A palavra estoicismo vem do grego “stoa”, que significa “pórtico”, que era o lugar onde ensinavam essa filosofia. O estoicismo ensina, dentre muitas coisas, que não podemos controlar ou contar com algo que não esteja ao nosso alcance.
Epicteto chamava de “escolha racional” a capacidade de colocar a razão para categorizar o que acontece ao nosso redor e a maneira como reagimos e nos reorientamos diante disso. Outros nomes como Sêneca e Marco Aurélio são bastante citados nessa corrente filosófica.
Para se roubar um coração
Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes,
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
Estava precisando fazer uma faxina em mim
Estava precisando fazer uma faxina em mim.
Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados.
Então tirei do fundo das gavetas das lembranças o que não uso e não quero mais!
Joguei fora alguns sonhos e algumas ilusões. Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca dei.
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li.
Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste.
Mas lá também haviam outras coisas, belas coisas!
Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças.
Um passarinho cantando na minha janela, aquela lua cor de prata, o pôr do sol.
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para ver depois o que fazer com elas, se as esqueço lá mesmo ou se as envio para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos.
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança e passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixando-as à mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e principalmente de RECOMEÇAR.
Como vai ser?
Comece agora a sua faxina!
Minhas dúvidas e o Conhecimento
Minhas Dúvidas e o Conhecimento
Frente às dúvidas, projeções, confusões e incertezas relacionadas à vida e ao mundo, senti-me imensuravelmente impotente, incapaz e perdido. Tentei vagar por mundos fantasiosos e distintos, mas o êxtase era temporário e, frequentemente, a subsequente ressaca tinha um custo maior do que o prazer em obtê-la. Enquanto isto, a curiosidade em sua indelével, insatisfeita e ansiosa natureza causava abismais flutuações de sentimentos e sensações. Então, um dia abri mão da insignificante soberba que me limitava, chamei o conhecimento que desvela a sabedoria da natureza individual e, de uma maneira lúcida, sensata e alegre, lhe contei sobre minhas desventuras e que, a partir daquele momento, estava pronto para escutar, assimilar e contemplar os irrefutáveis ensinamentos que ele desejasse compartilhar comigo. Desde então, tenho peregrinado firme e disciplinado nesta senda. O processo é paulatino e, às vezes, árduo. O Tumulto ainda existe, mas suas forças e influências tem dimuinuído consideravelmente. As projeções ainda saltam à mente como carinhosos e admiráveis golfinhos, as fantasias ainda bailam sedutoramente no ballet da vida e as dúvidas saltitam naturalmente como expansivas e formosas pipocas. Mesmo assim, agora que o conhecimento me estendeu a mão, seu indelével e afável suporte é um esteio cujo apoio é imprescindível e determinante na sutileza, lucidez e gratidão que permeiam a senda da vida.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
Senatus Delanda Est
Pasmo com os acontecimentos políticos dessa República (ou seria uma monarquia?) pus-me a buscar exemplos que pudessem me consolar. Evidentemente, só os encontrei na ficção ou nas republiquetas bananeiras latino-americanas. Falta ao povo brasileiro alguém que realmente o defenda. Que seja sua voz e que sinta o pulsar de seus anseios. Alguém que, dignamente, o represente. Não encontrei essa pessoa e não o encontraria nem que tivesse a lanterna de Diógenes. Não há luzes que possam iluminar o contexto político brasileiro. As trevas nos rondam e nos sufocam.
Socorri-me, então, da História Antiga. Lembrei-me de minhas aulas de latim, época em que o ensino público era digno. Veio à memória o grande orador romano, Cícero, aquele que previa, com razoável antecipação, o fim da República, em Roma. Seus discursos se tornaram peças clássicas, tanto que os estudantes brasileiros, num tempo não tão remoto, as traduziam em suas aulas. Sua mente era ágil, sua língua, quando necessário, felina, seus inimigos o temiam e o povo sabia que ali, no Senado Romano, estava alguém que lutava pelos interesses da cidade, do Estado. Alguém que captava o alcance pleno do significado da palavra república (res publica, ou seja, a coisa pública, de todos
Antes de Caio Julio, mais tarde César, Cícero teve inimigos no Senado, dentre os quais se destacou Catilina, que almejava o poder a qualquer preço. Cícero escreveu vários discursos contra seu desafeto, os quais ficaram conhecidos como “Catilinarias”, sendo que o mais famoso é o quinto, onde o grande orador acusa Catilina de abusar da paciência de todos. Depois de muito debate e ânimos exaltados, Catilina foi assassinado, forma mais comum de serem resolvidas as desavenças do Senado de Roma
Descrente, num exercício de futurologia, imaginei Cícero como senador, mas no Brasil atual. Confesso que fiquei com dó do mestre da oratória, em virtude do trabalho que o mesmo teria. Quantas “Lularias”, “Sarnarias”, “Renarias” e “Collorarias” Cícero teria que escrever? Evidentemente, inúmeras, pois assunto não lhe faltaria. Sarney, depois de invocado como avô prestimoso, seria instado a não mais abusar da paciência nossa e a recolher-se a seu feudo medieval, onde seus vassalos o receberiam de braços abertos. Renan, que há poucos dias foi chamado de cangaceiro, mas que, na realidade se parece mais com um bandoleiro da fronteira mexicana-norteamericana, seria conclamado a melhorar sua atuação, comportando-se de acordo com a postura de um mafioso de Hollywood.
Collor seria questionado o porquê de seus olhos estarem sempre arregalados. Que coisa melíflua suas pupilas permanentemente dilatadas escondem? Lula, o messiânico, aquele que se julga ungido, seria instado a parar de fazer discursos sem sentido, a parar de viajar e a deixar de se auto promover; além, é claro, de combater os “mensaleiros”, os que escondem dinheiro na cueca, os “trapalhões”. E, principalmente, parar de encher a nossa paciência, com sua fala anacrônica, sem lógica e que afronta qualquer ouvido medianamente letrado.
A duração desse discurso de Cícero faria inveja a Fidel Castro, mas o seu conteúdo seria claro, sem ranço ideológico, escorreito na gramática latina, contundente e certeiro. Creio, contudo, que Cícero pregaria para ouvidos moucos, para mentes áridas e seria combatido, principalmente, por aqueles que não entenderiam nada, por má fé, por ideologia ou por incapacidade. Talvez, não lhe restasse alternativa, a não ser a de lançar mão da própria História de sua pátria, lá no início da República, quando Roma tinha um inimigo forte e capaz de derrotá-la, Cartago; naquele momento em que o Senado Romano, antevendo o perigo, propugna Cartago delenda est (Cartago deve ser destruída).
Certamente, Cícero bradaria, referindo-se ao Senado brasileiro atual: Senatus delenda est. Porque nós, aqueles que realmente trabalham, não aguentamos mais a desfaçatez, a iniquidade, a arrogância e a prepotência. Não aguentamos mais o assalto diuturno aos cofres público. Somos aqueles que anseiam que o país entre na senda do verdadeiro progresso, que só se consegue com educação, saúde, sensibilidade e honestidade no trato do erário público. Sabemos que não é pedir muito, pois é, de fato, o mínimo necessário para que o país se afaste da pecha de eterno subdesenvolvimento, fator que inibe a entrada do país no rol das nações civilizadas.
O homem que não acreditava no amor
Quero lhe contar uma história muito antiga, a respeito de um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte de sua vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia. Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas, a mente fraca dos humanos, forçando-os acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.
Este homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, freqüentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de platéia, sempre com uma lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.
Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor. Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e seu viciado.
O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “ O que vou fazer, se ele(a) me deixar?”. O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!”. O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose. O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.
O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor.. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento – uma semana, um mês, alguns meses depois –fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida. O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”.
O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinqüenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra. Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.
O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule a minha mente e controle a minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe”.
Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se ao seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia. Mas isto é espantoso! – o homem exclamou – Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela. – Por que acha que o amor não existe? indagou.
- É uma longa história – ela respondeu – Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar a minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa era, para ele, mais importante do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi a minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual. porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando. Compreendendo- a muito bem, o homem abraçou-a e disse:
- Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas o egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?
Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam- se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia falta do outro.
Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das idéias. “Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minha dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa.. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é”.
O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para a sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a idéia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar ela disse: - Sei exatamente do que você está falando. Tive a mesma idéia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é. Decidiram-se tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se , a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até que as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.
O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele estava olhando as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.. Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador. Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos.
Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.
Essa é a história do homem que não acreditava no amor.
Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha?
O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando colocou nas mãos dela. A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar- se pela felicidade dele. Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberias quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.
Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada. Se der sua felicidade a alguém, você a perderá. Então, se a felicidade só poder vir de dentro de nós, sendo resultado de nosso amor, nós somos os únicos responsáveis por ela. Nunca podemos tornar outra pessoa responsável por nossa felicidade, mas quando os noivos vão à igreja para casar, a primeira coisa que fazem é trocar alianças. Cada um está colocando sua estrela nas mãos do outro, esperando dar e receber felicidade. Por mais imenso que seja seu amor por alguém, você nunca será o que esse alguém quer que você seja. Esse é o erro que a maioria de nós comete, logo de início. Baseamos nossa felicidade em nossos parceiros, e não é assim que as coisas funcionam. Fazemos uma porção de promessas que não podemos cumprir, já nos preparando para o fracasso.
Riqueza Semântica
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!
Mexe com quem tá quieto!!!
Não confunda Macaé com Muriaé ou Magé
Macaé, não confunda com Muriaé ou Magé (aí também já seria tripudiar, sô!), é uma vila de pescadores que flutua em óleo. Os pescadores, no entanto, não pescam nada há anos, desde que a Petrobrás se instalou no local e começou a derramar óleo no mar. Com a Petrobrás vieram os engenheiros cheios da grana e, atrás deles, vieram as piranhas. Elas são, atualmente, o único peixe que pode ser comido a baixo preço na cidade, no mercadão que fica na Rua da Praia.
História
Diz a lenda que, em 1800 e alguma coisa, um gentil cavalheiro psicopata doidão chamado Atum Coqueiro, que morava no vilarejo vizinho de Conceição de Macabu (e que ficou, por isso, conhecido como Fera de Macabu) resolveu numa tarde tediosa matar a família e ir ao cinema. Na volta, foi capturado pela polícia, que havia sido acionada pelos vizinhos. Ele foi condenado à forca. Só de sacanagem, em suas últimas palavras disse que a vizinha Macaé ficaria estagnada por 100 anos. Ao que parece, a execução deve ter sido feita na beira de um vale e a praga ecoou no mínimo 40 vezes.
Era considerada uma cidade tranquila onde os pássaros cantavam, as flores se abriam ao amanhecer e as ondas batiam na orla fazendo um som quase hipnotizante e relaxante. Mas tudo isso acabou quando o antigo prefeito e atual deputado federal Sílvio Lopes pagar a Rede Globo para fazer um Globo Repórter sobre a cidade com o tema "OLHA COMO NOSSA CIDADE É RICA E TEM EMPREGO DE SOBRA" que Macaé virou o que chamamos carinhosamente de holocausto
Economia
Plataforma na produção de petróleo
Macaé é responsável por 80% do petróleo nacional. Mesmo com tal privilégio a cidade tem o preço por litro de gasolina mais caro do Estado do Rio de Janeiro. Tal fartura fez com que a Petrobrás se interessasse pela cidade e montasse várias bases no local, trazendo inúmeros engenheiros e técnicos de fora da cidade, já que não existe nenhum curso preparatório para a área de petróleo em Macaé.
Embora o petróleo seja o principal responsável pela economia da cidade, essa atividade é dominada por não-macaenses. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Datafodasse, os nativos sem especialização concentram-se no tráfico de drogas, assaltos de pivetes no centro da cidade, sequestro relâmpago, trote de celular, lavagem de dinheiro e associação com gringos foragidos da Interpol.
Outra grande fonte de renda dos cidadãos macaenses é a politicagem. Costumeiramente, o candidato a prefeito que prometer arranjar uma "boquinha" para o maior número de pessoas leva.
Comércio
Comércio local
Inexplicavelmente, o comércio macaense funciona de segunda à sexta das 10h às 17h e sábado das 10h às 13h, horários em que todas as pessoas normais estariam trabalhando. Existe uma galeria muito vistosa chamada Macaé Shopping que, contrariando a tradição comercial da cidade, funciona também das 11h às 18h.
Política
A política de Macaé era dividida em dois grandes grupos, os Mussi e os Lopes. Os Mussi se casaram com os Lopes e hoje dominam toda a cidade.Hoje em dia os Mussi brigaram com os Lopes e aí a coisa desandou.No período de eleições de 2008 para prefeito foram feitos ataques e funks com musiquinhas contra e a favor dos canditados, no final o mais rico carismático ganhou as eleições e continuará roubando administrando a cidade maravilhosamente.
Pirâmide e sarcófago
Essa cidade já foi visada por inumeros políticos do país, todos querendo uma fatia dos royalties do petróleo para a construção de casas em condomínios super luxuosos na Suíça ou obras faraônicas sem utilidade nenhuma, tais como as rodovias super faturadas, a Pirâmide da Família Real Lopes-Mussi e o sarcófago do faraó Silvio Lopes III.
Cultura
Macaé não tem cultura,espetáculos nem nada.Não tem Artistas, muito menos famosos.Os coitados artistas que tentam ganhar a vida em Macaé,acabam virando mendigos ou saem da cidade enquanto é tempo, pois nem o povo e nem a quadrilha administração da cidade procura ou se preocupa em trazer artistas ou promover encontros culturais na cidade. Um exemplo de mendigos artistas que não se deram bem na cidade pode ser visto no sinal da rua direita, onde malabares ganham a vida se apresentando e ganhando moedas para tomar cachaça sobreviver.
Vestuário
As roupas típicas da região incluem bermuda (sempre de marca - de surf na maioria das vezes, diga-se de passagem) e sandálias havaianas surrada. Esses trajes são usados na praia, no shopping, em coquetéis e casamentos. Estar em Macaé e não usar sandálias havaianas pode ser considerado uma grave ofensa aos nativos.
Quando a temperatura baixa para congelantes 20 graus celsius, os habitantes de Macaé se propõem a sair um pouco mais arrumados e vestem um casaco de moletom. A bermuda e as havaianas surradas NUNCA podem ser mudados.
Ultimamente em Macaé, surgiu uma nova forma de se vestir, na maioria das vezes sendo utilizada por favelados pessoas desfavorecidas economicamente. Estes novos trajes incluem um conjunto completo , camisa, SHORT, Boné e Tênis da nike ou adidas, e normalmente é usado por pessoas com falta de tecido adiposo, vulgarmente conhecida como pessoas esqueleticamentes magras.
Obs.: Insultar ou olhar de lado para estes individuos pode lhe trazer sérios problemas, desde fisicos quanto psicológicos ( ou é o que eles pensam que vai acontecer né ).
Alimentação
Apesar de terem uma dieta variada, os macaenses costumam beber uma substância conhecida como Moranguinho ou Moranguito - ninguém até hoje descobriu o nome exato. Não se sabe ao certo os ingredientes da bebida, que tem uma estranha coloração entre o vermelho e o rosa. Suspeita-se que seja composta por Ki-Suco de morango, água de radiador e farelo de asfalto.
O Moranguinho, ou Moranguito, é a bebida típica da região, consumida em todas as festas e reuniões sociais. Anteriormente era servido em garrafas marrons de vidro mas, graças à globalização da cidade, passou a ser vendido em garrafas pet de plástico, um exemplo da influência americana em Macaé
Festas Típicas
Só em Macaé mesmo
Os macaenses se reúnem a cada seis meses para festas pagãs que envolvem beber altas doses de Moranguinho, ou Moranguito, com vodkas baratas (como a Natasha, vendida em garrafas de plástico), fumar um cigarro com cheiro de incenso conhecido como Gudang e, caso o ritual seja realizado na praia, substituir a havaiana por salto alto para uma movimentação mais fácil.
No inverno, ocorre a Exposição Agropecuária, onde é realizada uma volta as origens para que o contato com bois e cavalos não seja caído no esquecimento. A festa é animada com shows de uma banda Pop em fim de carreira, uma dupla sertaneja, uma banda de pagode ou axé e uma banda Gospel.
De 2 em 2 anos tem a festa dos Mussi-Lopes,em que comemoram mais uma conquista,movimentar a cidade depois das 16h com carreatas de puxa-sacos atras de churrasco de graça, o povo com bandeirinhas que recebe R$10,00 pra isso e rojões de 12 tiros.O bom é que a comida é toda de graça, o ruim é conseguir entrar na festa e ter que bater palmas pra eles também até quando eles peidam .
A chegada do verão é celebrada com o Fest Verão. A partir desta data os macaenses passam a se reunir diariamente na Praia dos Cavaleiros. A festa é animada com shows de uma banda Pop em fim de carreira, uma dupla sertaneja, uma banda de pagode ou axé e uma banda Gospel.
No Ano Novo, quando a meia noite se aproxima, todos os cidadãos macaenses sacam seus binóculos para poder assistir de uma posição privilegiada a queima dos fogos em Búzios, Cabo Frio e Rio das Ostras. Infelizmente a visão é atrapalhada por "rojões 12 tiros" que são lançados na Praia dos Cavaleiros. Nos dias logo antes e logo depois do revéillon, acontecem shows de uma banda Pop em fim de carreira, uma dupla sertaneja, uma banda de pagode ou axé e uma banda Gospel(e show de Elimar Santos).
Geografia
Entrada da favela bairro Aroeira
A cidade se localiza no norte da Região dos Lagos (ou na Baixada Litorânea, ou no sul do Norte Fluminense, ninguém sabe ao certo). De qualquer forma, ela fica no Estado do Rio de Janeiro em algum lugar entre Rio das Ostras e Campos dos Goytacazes. É conhecida como a "Cidade do Futuro", porque tudo que é implantado no local vai ser terminado algum dia, seguindo a mesma lógica do viado fiado só amanhã.
Existem quatro bairros bacanas na cidade: Cavaleiros, Glória, Imbetiba e Riviera. Os outros dezenove são favelas em maior ou menor grau, à exceção de alguns pontos da região central da cidade. Bem afastados da zona urbana estão condomínios fechados destinados aos engenheiros, nos quais os nativos normalmente só entram para fazer serviços de manutenção, limpeza ou saques.
Os atrativos de Macaé podem ser divididos em praia,serra e andar no calçadão.
Praias
Barra de Macaé: A praia do urubu
O litoral de Macaé é famoso por suas 7 praias: do Forte, Imbetiba, Campista, da Barra, dos Cavaleiros, do Pecado e Rio das Ostras. Existem mais, mas ninguém sabe onde ficam ou seus nomes.
Praia do Forte: Tem este nome por ser onde se situa um dos mais importantes pontos turísticos da cidade, o Forte Marechal Hermes e Renato. É habitada por piranhas e demais animais dispostos a "pescar" um soldado.
Pássaro na Praia de Imbetiba
Praia de Imbetiba: Era a praia da elite macaense, quando macaenses ainda ficavam ricos trabalhando (veja a seção Economia para maiores informações). Em dias quentes, os macaenses vão a essa praia pegar os peixes fritos pelo óleo vindo dos navios e rebocadores a serviço da Petrobrás.
Praia Campista
Praia Campista: Famosa por ser o local onde fica a sede da Petrobrás e também o local onde morreram mais cidadãos Campistas na história. É fato que os campistas são inimigos mortais dos macaenses devido à descendência dos índios aquidauânus. Atualmente está em extinção, porque todo empreendimento nela inaugurado consta como sendo "Praia dos Cavaleiros", vide as agências bancárias Bradesco, Itaú e Santander que se denominam "Ag. Cavaleiros". Acredita-se que isso se deve ao fato da griffe "Praia dos Cavaleiros" agregar mais valor... Mesmo quem mora na Praia Campista passa seu endereço como "Cavaleiros".
Praia da Barra: Praia onde se encontra uma coloração de àgua muito diferente do normal,dizem as crianças que é caldo de feijão.Frequentada por latas de refrigerante,sacolas plásticas,peixes na areia e cachorros se bronzeando,fezes sufistas,aves escuras que rondam a praia dia e noite e um senhor que passa o dia no meio dessas aves.Durante a noite acontece um fenômeno muito típico da regiao,objetos voadores traçam o céu num rastro de fogo e incriveis sons de "pá-pá-pá" sao ouvidos nesse momento.
Praia dos Cavaleiros: É a praia da galera. Local de concentração de macaenses em dias de sol durante as férias (já que, em períodos de trabalho normal, ninguém fica na cidade nos fins de semana). Seu tamanho aumenta a cada ano, pois vai açambarcando a Praia Campista (vide acima). Frequentada pelos suburbanos (favelados), pois quem mora nos Cavaleiros foge dela nos fins-de-semana.
Praia do Pecado: Como o nome já diz, é uma praia que estimula a devassidão. É conhecida por ser um território mais liberal que a Holanda, onde as drogas são liberadas, sexo é feito sem camisinha e são realizados casamentos homossexuais.
Rio das Ostras: A praia mais visitada da cidade por visitantes e turistas.
Serra
Pico do Peito do Pombo
A Região Serrana da cidade tem como único ponto de interesse o distrito do Sana, destacando o pico do peito do pombo, protegido por suas brumas constantes. É o refugio de gnomos, duendes e outros bichos grilos que vivem em estados alterados de consciência. Possui as mesmas características da Praia do Pecado, mas a água encontra-se em formato de rios e não de praia.
A habitação do Sana é normalmente barracas de camping que, é obvio, não possuem chuveiros, uma vez que os bichos grilos não são adeptos de hábitos de higiene e costumam fazer suas necessidades básicas na água cristaina das montanhas. Como, apesar de desejarem, não podem andar nus pela rua, os ciganos Sanenses usam cortinas e cangas como trajes no dia-a-dia. Se alimentam só de vegetais e fumam maconha praticam naturismo o dia todo.
Gírias
O povo macaense, por estar tão distante do que chamamos costumeiramente de civilização, acabou criando o seu próprio dialeto, no qual constam também algumas gírias:
"Fafau": Adjetivo de dois gêneros: coisa que não desperta interesse, desprovido de apelos, frustrante; o contrário de legal.
"É RÓDI, HEIM!!": Expressão que em português culto seria traduzido para algo como: "Perdoe-me senhor, mas isso que o senhor sugeriu é bem improvável de que eu vá fazer". Essa frase também é fácilmente encontrada no arraial vizinho de Conceição de Macabu
"ÔÔÔÔ CABRUNCO!!": Interjeição equivalente a algo como: "Nossa, que fato deveras surpreendente/chocante!"
"Pocar": Verbo fundamental na fala macaense, tem uma incrível diversidade de significados. Por exemplo, enquanto uma bola de aniversário no Rio de Janeiro "estoura" ou um pneu "fura", em Macaé ambos "pocam". Deu origem à expressão pocar na risada, que poderia ser traduzida como "cair na gargalhada".
"Cadim": Advérbio que tem origem no mineirês. A grande influência rural faz com que os macaenses digam essa palavra, ao quererem falar um pouquinho (ou um bocadinho).
Além disso, os macaenses aboliram o "L" nos encontros consonantais, tornando o dialeto local ainda mais peculiar: framengo, bicicreta, etc. Acredita-se que esse costume de extinguir o "L" veio junto com a migração oriunda de Campos dos Goytacazes.
População
A população de Macaé e basicamente formada por:
10% Gringos
60% Favelados
30% Nordestinos
10% Peão de rodeio plataforma
80% Pessoas, como você, que vieram pra cidade ganhar dinheiro
5% Guardas municipais
O que quase ninguém de fora da cidade sabe é que o povo macaense é uma praga que se reproduz e se espalha mais rapidamente do que as baratas no apartamento daquele filme da década de 90. Existem relatos de fontes confiáveis de avistamentos de macaenses em várias partes do mundo. Desde a Disney (de tanto macaense, já estamos quase conseguindo a anexação do território) até escolas europeias, passando pela serra gaúcha e outras regiões mais inóspitas do planeta. Se bem que como os avistamentos são feitos sempre por outros macaenses, as histórias são meio duvidosas. Corre um boato que a Nasa, quando pousou o primeiro foguete na Lua, encontrou um macaense dando uma de flanelhinha e dizendo que o pneu de trás do cabrunco tinha pocado na descida e que tinha que trocar antes de ir embora.
Com essa sanha migratória mais forte do que a de uma nuvem de gafanhotos, macaenses estão invadindo em massa territórios de outros povos e os anexando a cidade. Esses são alguns desses lugares (só alguns, já que a lista inteira ficaria muito longa):
Cidade de Niterói, maior concentração de macaenses por metro quadrado fora de Macaé.
Bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro; estudos indicam a existência de prédios nos quais mais da metade dos moradores são macaenses.
Shoppings do Rio de Janeiro, onde os macaenses que se cansaram de passear nos pequenos shoppings da cidade vão gastar dinheiro.
Disney, destino de férias preferidos pelos macaenses que querem tirar onda de rico. E como todo macaense tem dentro de si um Caco Antibes querendo aparecer, tem macaense lá o ano todo.
Lugares históricos e pontos turísticos
Uma das Praias de Macaé
Farol velho: Ninguém nunca foi e nem sabe onde fica. Há uma lenda de uma pessoa que já foi pra lá, mas que nunca voltou.
Forte marechal Hermes e Renato: Pertence atualmente ao Exército brasileiro. O forte está localizado estrategicamente em volta do cemitério municipal e perto do puteiro centro de diversões noturno da Rua da Praia. O forte está equipado com equipamentos e armamentos de última tecnologia como fuzis Falcon 1916, canhões terra mar 1898 um caminhão Mercedes 68 e um Fusca 76.
Castelo monte Elísio: Um refúgio de freiras mercenárias e, em horas vagas, escola particular. O castelo é um prato cheio de lendas. Dizem que túneis secretos foram escavados por alunos matadores de aula ou padres tarados; um desses túneis tinha como destino final a Praia do Pecado.
Câmara Municipal: Prédio onde há mais de 100 anos ocorrem roubos, corrupções, e números de mágica.
Rua da praia: Diversão garantida a noite inteira.
Calçadão da rua direita: A melhor opção para destros e canhotos em compras no maior shopping a céu aberto do Brasil do Estado da cidade.
Ilha de Santana: Ninguém nunca foi, mas todos falam que é o lugar mais bonito da cidade. A ilha oficialmente pertence à Marinha, mas especula-se que o arquipélago faça parte da Dharma Corp. Por esse motivo, sua entrada sem autorização é expressamente proibida. Muitos acreditam que ela seja realmente a ilha de Lost.
Pedra dos Cavaleiros: Situada na praia de mesmo nome, é o melhor ponto de encontro para pescadores que se cansaram da vida.
Cratera da Orla: Localizada na frente do Clube Cidade do Sol, é o acontecimento mais esperado do ano na cidade, quando a prefeitura promove um tsunami para destruir barracos no bairo da Barra (que não é a da Tijuca) e principalmente abrir uma cratera na orla macaense. Milhares de macaenses nos fins de semana, como mães com seus filhos, curiosos e quem não tiver porra nenhuma para fazer, passa horas contemplando as ondas atingindo a rua.
Após 3 meses, a calçada é refeita com areia proveniente dos areais dos vereadores, que tem propriedades especiais para resistir contra as ondas do mar por aproximadamente 9 meses ou até o próximo tsunami, o que vier primeiro.
Diversão
Mais um dos hoteis de luxo para gringos em Macaé
O povo macaense se comporta de modo esquisito quanto à diversão. Quando de 11 aos 17 anos, frequentam a praia dos Cavaleiros, mas concentrados em apenas um quarteirão. Ali fica uma galeria que abriga a sorveteria/pastelaria Paradinha, o Mister Pizza e a CD World, que apesar de chamar assim, vende revistas, protetor solar, brinquedos, café, salgados, charutos, artigos de beleza mas obviamente não vende CDs.
O Cavaleiros, ou cavas (no dialeto macaense), é o máximo de diversão para o povo da cidade. À noite (ou ao longo de todo o dia durante as férias escolares), os carros ligam o som no volume máximo e playboys, putas patricinhas ficam dançando funk e você.Se no meio de toda essa diversão suuu-suup-suuper saud-dáááá-dááááá-v-vel bater uma larica fominha, vá até a Paradinha e peça um pastel (ou sorvete). Se você quiser encontrar os amiguinhos, vá até em frente ao Mister Pizza e junte-se à muvuca. Se você for uma pessoa de razoável bom-gosto que quer se divertir, não vá aos Cavaleiros.
Atualmente, num lugar super inusitado (e curioso), encontra-se o Fliperama. É do lado do Taberna da Praia, o bar mais idoso da orla, e pertíssimo do puteiro centro de diversão fora da Rua da Praia. O Fliperama é super divertido! Em meio a vários brinquedos e máquinas da década de 80, como as de carrinhos super repetitivos, maquininhas com jogos de luta, máquina da motinha, do tirinho, do soco, karaokê, e o novissímo Pump It Up.
Com o passar da idade, o povo macaense fica mais exigente. Assim, ele deixa para trás a Paradinha, o Mister Pizza e o CD World, atravessa a rua e vai para o restaurante Durval, que fica no quarteirão seguinte.
Atualmente a mais recente lavagem de dinheiro obra para o lazer do macaense é o Shopping Plaza, uma área de 0,0000000000010m² que possui várias lojas de merda conhecidas, como fast-foods, lojas de venda de trapos roupas, puteiro casa de games e etc. Com o novo shopping, o macaense gasta 1 hora de relógio para chegar ao shopping e leva 10 minutos para fazer uma visita minunciosa ao local.Devida a tamanha merda imensidão, o shopping se localiza num fim de mundo local estratégico da cidade, para que todos possam visitar o local.
Em ocasiões de extremo tédio e de profundo sentimento de revolução, quando realmente precisa de algo novo, o macaense vai ao boliche em Rio das Ostras ou a boates como a Platô, também em Rio das Ostras, ou a Privilège, em Búzios.
Composição local:
"O Jonk é jogador,
o Saulinho joga tambem,
Roni rei das pedaladas,
vem , vem novinha, vem,
vem , vem novinha, vem,
vem , vem novinha, vem."
Funk feito por compositor macaense.
Esportes
Além de arremesso de estrume, Macaé também se destaca no futebol. Macaé conta com um time de várzea que representa a cidade fazendo número no campeonato carioca e nas decadentes divisões do campeonato brasileiro. O Macaé Esporte Futebol Clube é muito conhecido pelas goleadas que sofre no Maracanã.
Como chegar?
Mapa de Macaé por geógrafo local
Se você, aventureiro destemido, encantou-se com os atrativos desta bucólica cidade, você é louco. Mas se você tiver que ir à cidade por algum outro motivo, aqui estão algumas formas de chegar:
De Ônibus: Saindo da rodoviária do Rio de Janeiro, você terá várias opções de empresas rodoviarias para Macaé: 1001, Viação 1001, Mil e Um, Auto Viação 1001, Milium, Expresso 1001, 1001 LTDA e Macaense (que foi comprada pela 1001). Macaé possui uma rodoviaria moderna e limpa, com ampla área para estacionamento com capacidade de 2 carros e com um shopping de produtos importados chineses e paraguaios. Para chegar em outros pontos da cidade basta se dirigir ao Terminal Central onde a cada 2 horas passará um ônibus com destino ao Terminal Parque de Tubos com conexão Terminal Lagomar. De lá pegue o ônibus para o Terminal Lagoa, depois Terminal Cehab e depois de 37 terminais você chegará ao seu destino.
De Carro: Pegar a BR-101 sentido nordeste. Se você sobreviver à BR-101, já no municipio de Macaé irá chegar ao trevo onde estará localizada a Pirâmide Real. Neste ponto vá pela direita, onde começará a Linha Verde (construída por um projetista de montanhas-russas, é a mais emocionante rodovia ondulada conhecida), assim chegando mais rápido na outra saída da cidade, cortando todas as favelas. Este itinerário será incorporado aos sacrifícios que os postulantes a um posto de Capitão do BOPE-RJ terão que se submeter, a fim de pegar uma vaguinha naquele dito incorruptível Batalhão.
Consta que o super-herói Capitão Nascimento se mudou para o Rio porque procurava uma cidade mais tranquila para trabalhar.
De Paraquedas: Se você chegou do serviço,jantou tomou seu banho,deu boa noite pra sua familia,durmiu feliz na sua linda cidade e acordou com algum barunlho de tiro como despertador,não é pesadelo por causa da comida não,algum parente seu que "te ama" te amarrou de noite e te jogou de uma avião em Macaé.
De Carona: Se você for de carona, quem te der carona deve saber como chegar, mas tome cuidado: caronistas costumam ir parar no Sana! Porém, se a carona for de carro, pode se despreocupar: para o Sana, o mais popular meio de transporte é o Disco Voador.
O que eu mais adoro em Macaé depois do aeroporto, a rodoviária. Eu adoro a rodoviária de Macaé porque é dali que parte o onibus que me leva embora desse cu do mundo para ficar bem longe desse inferno, mas a maravilhosa rodoviária de Macaé é bem a cara dessa cidade que é a mais suja e mal educada do mundo. A rodoviária de Macaé tem catarro no chão que fazem bem meia década que está la e os bancos lotados de mendigos e algumas putas tentando tomar a grana do pobres petroleiros que passam por ali. Ainda tem um corno na porta do banheiro de rodoviária mais imundo da face do planeta que tem a ousadia de cobrar pro pião entrar naquela imundicie com as paredes todas sujas de bosta e por vezes escrevem "CV - É nóis" com bosta nas paredes. Os banheiros não tem porta, não tem vaso, não tem lavatórios, não tem água (exceto a água misturada com mijo que corre pelo chão, entram no teu sapato e vai até o tornozelo) e também não tem vergonha na cara o fila da puta que tem coragem de pagar pra usar aquela porra. E de vez em quando ainda, você encontra um veado pagando um boquete em algum maconheiro la dentro.
sábado, 18 de janeiro de 2025
Alma de minha alma
Quando cheguei aqui, sentia-me só, faltava algo em mim. Não sabia o que poderia ser; Um vazio enorme, que nenhuma loucura poderia preencher!
Quando cheguei aqui, sentia-me só, faltava algo em mim. Não sabia o que poderia ser; Um vazio enorme, que nenhuma loucura poderia preencher!
Sempre me achei incompleta, sempre faltou algo em meu coração, um pedaço que procurei pelas esquinas da vida.
Me iludi, enganando meu coração ao procurar em outros rostos aquilo que nem eu mesmo sabia, até que o espelho me disse para desistir.
Apesar de inconformada ,aceitei e não persisti nesta procura, talvez meu pedaço não existisse. Seria fruto de minhas ânsias, de meus sonhos!...
Mas eis que aparece o destino, intrépido e moleque como ele só. Sem me dizer nada, no seu silêncio eterno, me trouxe você, tão carente e imperfeito como eu.
Aos poucos, aprendemos com nossos erros, aprendemos a ver o belo nas nossas imperfeições. Somos duas almas imperfeitas, somos almas de nossas almas, nossas imperfeições se completam.
Compreendi que o amor é ilógico, não tem idade, não tem tempo para acontecer. Não tem lugar, nem se submete a nenhuma regra. Sua única regra é ser, custe o que custar
Ah! o amor! Esta energia sem fronteiras! Nos acalenta e nos transforma o modo de viver. Esta agonia dentro de minha alma, somente termina quando você está ao meu lado! Somente ao teu lado meu coração se acalma. Somente ao teu lado eu me completo...
Viver
Não sou simpática nem sociável, ao contrário disso. Sou difícil de conviver, não sou dada a muitas amizades e prefiro o silêncio das línguas cansadas ao excesso de fala sem sentido.
Sou meio bicho do mato..adoro as cavernas internas, onde encontro a mim mesma refletida nos espelhos das águas mansas.
Sou caseira, não gosto de som alto nem de bagunça. Amo as estrelas e a lua, mas sou absolutamente solar.
Sou água. Escorro pelas pedras e vãos e não me prendo aos galhos.
Não sou de festas...nem de grandes reuniões..sou da casa tranquila, do livro do bom filme, da fogueira...da paz de espírito..do mate.
Sou abraço apertado e laço de fita.
Sou a força da onça e a delicadeza do vôo do beija flor.
Sou exigente comigo e com quem caminha a meu lado... não trago pra perto quem não tece comigo a teia do viver!!
Amanhã pode ser muito tarde
Amanhã?... Não nos cabe saber...
E amanhã pode ser muito tarde...
Amanhã pode ser muito tarde...
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Pra você pedir perdão
Pra você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso.
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada.
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida.
O seu carinho, amanhã,
Pode já não ser mais necessário.
O seu abraço, amanhã,
Pode já não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode ser muito... Muito tarde!
Eu amo você! Estou com saudades de você.
Perdoe-me! Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!
O sorriso, o abraço, o carinho,
O trabalho, o sonho, a ajuda...
Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste? O que há com você?
Hei!... Venha cá, vamos conversar...
Cadê o seu sorriso? Ainda tenho chance?...
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você, sabe que pode contar comigo...
Cadê os seus sonhos? Onde está a sua garra?
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!
Amanhã, o seu amor pode não ser preciso.
O seu carinho pode não ser mais preciso.
O seu amor pode ter encontrado outro amor.
O seu presente pode chegar muito tarde.
O seu reconhecimento pode não ser
recebido com o mesmo entusiasmo!...
Amanhã pode ser tarde... muito tarde
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Neuro cientistas criam música que reduz a ansiedade e curam a insônia
Só quem sofre com ansiedade sabe o quanto é ruim a sensação frequente de
medo, preocupação e pânico.
Embora tenha aumentado nos últimos anos, a ansiedade não é um problema novo.
Hipócrates, médico que viveu 4 séculos antes de Cristo e é considerado o pai
da medicina, já havia escrito sobre os sintomas desse mal.
Muitos anos depois, Freud também abordou o assunto, em 1926.
Hoje esse mal infelizmente está amplamente disseminado e as maiores vítimas
são os jovens, que geralmente procuram a saída em drogas farmacêuticas.
Mas as soluções naturais não devem ser desprezadas, muito pelo contrário:
devem ser incentivadas.
Veja esta informação: uma pesquisa de 2014 mostrou que 57% das estudantes
universitários norte-americanos sofrem com uma terrível ansiedade.
Por outro lado, no Reino Unido, a associação YoungNet revelou que 1/3 de
mulheres jovens sofre do mesmo mal.
Estamos falando de pessoas da geração Y (nascidas entre 1980 e 1990), que
hoje vivem uma vida muito estressante.
Isso acontece pelo excesso de tecnologia, trabalho e estudo, além da
escassez de escolhas.
Pieter Kruger, um psicólogo de Londres, diz que as pesquisas indicam que as
pessoas que sentem que não têm escolha são realmente mais infelizes.
Mas ele também deixou claro que aqueles que têm várias opções também podem
sofrer de ansiedade por temer tomar a decisão errada.
Quanto à tecnologia, se por um lado ajuda a conectar as pessoas, por outro,
as deixam mais dependentes e causam o sentimento de competição em redes
sociais.
Muita gente entra nesse sistema, precisando aparecer e parecer melhor do que
o outro.
Tudo isso causa ansiedade, com certeza.
Para aliviar os sintomas, neurologistas descobriram que uma música em
especial pode influenciar profundamente nosso cérebro para diminuir os
níveis de ansiedade.
A MÚSICA QUE REDUZ A ANSIEDADE E COMBATE A INSÔNIA (CLIQUE E ESCUTE)
https://www.youtube.com/watch?v=UfcAVejslrU
Isso não é maravilhoso?
Pesquisadores da Mindlab International no Reino Unido queriam saber que tipo
de música induz o nosso cérebro a um maior estado de relaxamento.
Os voluntários do estudo ouviram uma série de canções, enquanto os
especialistas mediam a atividade cerebral, frequência cardíaca, pressão
arterial e taxa de respiração.
O que eles descobriram é que uma canção pouco conhecida resultou em uma
notável redução de 65% na ansiedade global dos participantes e uma redução
de 35% em suas taxas fisiológicas normais de repouso.
Ou seja, ela alcançou o que realmente pretendia, pois essa música foi
projetada para relaxar as pessoas.
Os músicos se juntaram com terapeutas de som para compor uma canção capaz de
reduzir o ritmo cardíaco e a pressão arterial, além de diminuir os hormônios
do estresse, como o cortisol.
E conseguiram!
A música é tão eficaz, que muitas das ouvintes do sexo feminino, durante a
experiência, ficaram bem sonolentas.
Não por acaso, o pesquisador David Lewis-Hodgson aconselha não ouvir
durante o trabalho.
Escolhi ser feliz
Em especial, não quero conjecturar hoje aqui sobre isso, quero apenas que reflitam. Quantas vezes foram julgados insanos – por não se enquadrarem no que é tido como comum.
Quantas vezes você deixou de dançar, mesmo enquanto a música lhe gritava a alma, porque o outro não ouvia? O que você deixou de fazer por temer a opinião alheia?
Desde minha juventude leio esta frase do filósofo Nietzsche (assim como outras obras dele) e ela sempre se encaixou perfeitamente na minha vida. Eu já fui uma pessoa que abriu mão do que acreditava por receio do que iriam pensar. Sofri bullying quando criança e jovem por ser diferente do padrão do mundo.
Com o tempo, compreendi que vivemos num mundo que chama de loucos os que rompem paradigmas. Aprendi que o extraordinário não cabe numa caixa. E que aqueles chamados de “loucos”, podem ser os verdadeiros detentores da visão. As descobertas mais incríveis da humanidade foram geradas por aqueles que ousaram observar, pensar e agir além do óbvio. Estes podem transformar de forma positiva a vida das pessoas.
Ainda hoje recebo retaliações por pensar diferente do que é tido como convencional, mas não me deixo paralisar mais pela negatividade. Sigo em frente, lembro de ouvir a música interior, foco nela e na essência de quem sou. Danço com quem dança comigo. Minha família, amigos, vocês, constelação! Perfeito, jamais seremos. Não somos dono de toda a sabedoria, até porque para evoluir o aprender e o saber é uma constante. E esta é a graça da vida. Sermos aperfeiçoados diariamente, eternos aprendizes!
Carta de uma mãe alentejano
Mê querido filho,
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez, em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar.
O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
A tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.
O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava aberta.
Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã lhe digas nada.
Tua Mãe Maria
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
Desculpa a minha lêtra, mas eu tenho andado muito rouca.
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
Não, eu não vou voltar
Não, eu não vou voltar.
Não vou voltar para não ter que repetir a mesma história sempre que tento mais uma vez.
Não, eu não vou voltar.
Não vou continuar a aceitar menos do que aquilo que mereço, não vou permitir ser tratado como qualquer coisa quando sei que sou gigante, que mereço receber na medida que dou.
Não, eu não vou voltar.
Não irei mais lutar para ter um lugar e o meu espaço na vida de alguém. Não vou cobrar o que deveria ser dado de forma espontânea, de livre vontade, porque realmente se quer… melhor, porque realmente se sente.
Não, eu não vou voltar.
Não vou mais sujeitar-me a um papel coadjuvante, não vou mais suportar nunca ser a primeira opção.
Não, eu não vou mais voltar.
Não vou voltar para a vida de alguém que nunca me escolhe em primeiro lugar, que insiste em desvalorizar tudo o que sou e principalmente tudo o que dou.
Não, eu não vou voltar.
Por muito que me doa, me custe, por muito que até o queira fazer. Por muito que ainda goste. Eu sei que existem momentos em que o nosso “basta” tem que ser levado a sério. Eu sei que há alturas em que se nada muda, temos que ser nós a mudar.
Não, eu não posso mais voltar.
Pelo menos sem ver uma mudança séria, verdadeira.
Não, eu não posso voltar.
Sem antes ver arrependimento, sem antes ver que serei devidamente valorizado, estimado, cuidado e gostado.
Não, desta vez eu não vou voltar.
Não sem antes me provarem que vai mesmo ser diferente e que o passado jamais se voltará a repetir.
Não, eu só voltarei para os lugares e para as pessoas onde me sentir em casa, feliz e a prioridade. Só ficarei onde me sinta compreendido, onde sou respeitado, onde os meus sentimentos importam, onde a minha vontade também conta e o que eu quero também interessa.
Não, eu não voltarei mais, não sem antes perceber que a tristeza não vai mais apertar-me o peito por sentir que não há reciprocidade nos sentimentos.
Não, eu não posso voltar.
Eu não quero repetir a mesma história.
A demência de amar à distância.
(Autor: Marcos Woyames de Albuquerque)
Alguém chamou de demência,
Amar sem por perto estar.
Quem disse que a ausência,
Não condiz o verbo amar?
Se a distância se faz presente,
Impossível esquecer,
Pois amar quem está ausente,
Faz a gente mais querer.
Se o tempo nos afasta,
Faz nascer no peito a saudade.
O tempo não desgasta,
Um amor quando é de verdade.
Não sentir a tua presença,
Não me faz jamais esquecer.
Determina sim a sentença,
Da vontade de te querer.
Procurar por outro alguém,
Pode ser a solução.
Solução pra quem não tem,
Amor real no coração.
O silêncio não assusta,
Não me deixa nem aflito.
Sei que tua falta é injusta,
No peito guardo este grito.
Pode ser insanidade,
Manter amores aos poucos.
Melhor que não ter amor,
É amar alguém como os loucos.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
Oportunidades
As oportunidades são como as ondas do mar,que vêm e vão...Saber reconhecer e aproveitar uma oportunidade,quando aparece,é bastante importante.
Muitas vezes elas chegam,temos consciência,mas não tomamos nenhuma atitude,não conseguimos enfrentar o comodismo,o medo,a insegurança...
Começa o dilema interior,o incrível "se"toma conta da nossa mente e nos pomos a perguntar
E se não der certo? E se eu largar o certo pelo duvidoso? E se a decisão for errada?
Isto acontece comigo,com voce,com todo mundo.
Quando vemos,a oportunidade passou e nós não a aproveitamos. Algumas vezes,vemos que quem a agarrou,se saiu muito bem,
Com isso,por falta de atitude,continuamos no mesmo emprego que nos deixa infeliz,permanecemos com os mesmos amigos que não nos acrescentam nada,ficamos casados com uma pessoa que há muito não amamos,moramos numa casa que não nos agrada,mas que é nossa ha muito tempo...
Estamos sempre nos escorando em desculpas esfarrapadas,que,no fundo,não convencem nem a nos mesmos!Precisamos acreditar mais em nós mesmos,confiar no Pai,que não nos desampara,ter otimismo diante da vida.
Quando aparecer uma oportunidade na sua vida,siga sua intuição,aquela vozinha la no fundo...
Se voce a ouvir e seu coração se alegrar,voce fez a escolha certa.Siga em frente!Enfrente obstáculos,
vença seus medos!
Com certeza,um dia vai olhar pra tras e dizer:
Eu venci.
As pessoas bonitas
As pessoas bonitas fazem as outras bonitas. Fazem as outras sentirem-se bonitas; sentirem-se bem consigo mesmo, e com os outros ao seu redor. As pessoas bonitas não escarneiam, não gozam, não fazem pouco: são pessoas que aumentam as outras. As pessoas bonitas aumentam as outras.
As pessoas bonitas não diminuem; não dão tamanho sequer às coisas; não materializam, não superficializam, não medem. As pessoas bonitas não trocam o valor de tudo pelo preço de nada. As pessoas bonitas são bonitas por dentro, sim, e o que lhes sobressai por fora não lhes importa mesmo nada. Elas valem, por inteiro, pela sua beleza, única, interior, indeterminável e insondável.
As pessoas bonitas são o rosto daquilo que nos faz mesmo mais falta quando tudo se massifica e se transforma nas coisas que vemos mais vezes à nossa volta.
As pessoas bonitas não usam batom para beijar um inimigo; nem tão-só para nos trair (ou ferir). As pessoas bonitas usam batom para beijar um amigo; um amor, para amar, para se amar e para se sentirem amadas. Deixam essa marca nas pessoas. As pessoas bonitas são só isso mesmo: bonitas! Com ou sem maquilhagem.
As pessoas bonitas são assim: discretas e directas. Não fazem uso da sua beleza para dizerem aquilo que são aos outros. Não dizem à sua mão direita o que fez a sua esquerda, nem vice-versa. As pessoas bonitas ajudam. Dão a mão. Tiram da sua própria mão para dar a mão a mais alguém. As pessoas bonitas são assim: manetas. Manetas para que mais alguém possa ter uma mão com que se apoiar firmemente.
As pessoas bonitas são mesmo assim, bonitas, caramba!
E fazem tanta falta num mundo cheio de pessoas feias. As pessoas bonitas escasseiam. Estão em vias de extinção.
Precisamos tanto de delas, como de pão para a boca. Por isso, quando encontrares uma pessoa mesmo bonita na tua vida não a deixes fugir, por nada deste mundo! Ela é única. E rara. É uma pedra preciosa, valiosa, num mundo fake, de indiferença e vaidade. Preserva-a, corre, vai até ao fim da linha por ela.
Quando encontrares uma pessoa verdadeiramente bonita, por favor, não a percas. Não a deixes escapar.
Ser feliz
Ser feliz, não é ter uma vida perfeita.
Mas, usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência,
e as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer,
e os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo, nem das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz.
Última brisa
Era uma tarde triste e incerta, tão vazia quanto uma praia deserta, mas aquela última brisa que veio lá da serra, tocou diferente na minha pele. Trouxe uma inquietude estranha, não aquela mesma que sempre me acompanha, mas uma outra que eu ainda não conhecia. Um desejo de aventura, de sair por aí sem rumo, seguir a estrada até onde ela termina, de tomar um caminho que eu ainda não conhecia, e partir deixando por um tempo nossa casa vazia.
E descobri que mais que uma brisa, ou um vento, essa sensação de querer partir era um sentimento, um desassossego, uma viagem onde a alma vai primeiro e o corpo chega depois. E ao olhar para você eu tive certeza do que em seguida aconteceria. Escalamos a montanha com esse espirito de aventura que nos guia, subimos pela face mais íngreme, e conseguimos chegar ao topo para descansar nossos olhos na paisagem e tocar as nuvens com nossas mãos.
E lá do alto dessa montanha contemplamos a beleza do mundo nos olhos um do outro, nos esquecendo de tudo que nesse mundo nos fere, nos derruba ou nos arranha, ao longe vemos que uma tempestade se forma, os raios riscam os céus com violência tamanha, é nós dois buscamos abrigo um no peito do outro com a certeza de que cada experiência nessa vida ou nos transforma ou nos entranha.
Cínico
“Um cínico é uma pessoa procurando um homem honesto com uma lanterna roubada.” ― Edgar A. Shoaff
O brasileiro não tem uma noção clara dos comportamentos éticos adequados que são necessários para a construção de uma sociedade que esteja em constante evolução e em busca de aprimoramento de seus valores coletivos. Muito daquilo que nossos compatriotas condenam, cinicamente, em suas vidas particulares, eles praticam. Apontar o dedo para os outros é fácil, quero ver é reconhecer os próprios erros e quem sabe, querer corrigi-los. Essa ambiguidade comportamental é inerente a natureza humana, não é uma exclusividade brasileira, porém o cinismo parece ser uma característica muito comum por aqui. Uma pessoa cínica finge que acredita nos outros, mas na realidade, suspeita de todos. É alguém que faz uma coisa, mas na verdade está pensando em outra. Acredita tão firmemente na própria mentira que jamais cai em contradição. Cinismo é brincar de falar sério ou falar sério brincando.
Por isso que ser brasileiro é ser cínico, é ser fiel a quem nos trai, no Brasil quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte, o pior cego é o mudo, e o brasileiro não conversa sobre as coisas sérias da vida, por isso que o que é sério sobra para os velhacos, para as raposas e para os patifes, aqui quem entra na política está lá é para roubar, outros roubam para estar lá. E pensamos cinicamente: “Tudo bem não me importo de ser um pouco roubado mesmo! ”. É preciso ser muito cínico para viver como e com certas pessoas no mesmo país, e ás vezes, até mesmo na mesma cidade
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade...E lá se passaram 02 anos e nada mudou.....
Serra da Estrela
Rota mais fácil Este conjunto montanhoso pode ser atingido a partir de vários, pontos através de rotas pré-determinadas. Existe estrada até ao topo (Torre)
A Serra da Estrela, situada na região do Centro (Região das Beiras), designa a cadeia montanhosa onde se encontram as maiores altitudes de Portugal Continental. O seu ponto mais elevado, com 1993 metros de altitude e denominado Torre, torna-a na segunda montanha mais alta de Portugal[2] (apenas a Montanha do Pico, nos Açores, a supera em 358 metros[3]). Faz parte da mais vasta cordilheira denominada Sistema Central, no subsistema designado como sistema montanhoso Montejunto-Estrela, que se desenvolve no sentido sudoeste-nordeste desde a serra de Montejunto, e o seu cume-pai é o Pico de Almançor. A serra da Estrela é uma zona de paisagem integrada no Parque Natural da Serra da Estrela, que após a sua constituição em 16 de Julho de 1976 se instituiu como a maior área protegida em solo português.[4]
Além da neve, da fauna e flora extraordinárias, o viajante é também atraído pela orografia de proporções colossais ( Cântaro Magro) bem como pela riqueza humana, cultural, histórica e gastronómica da região.
A Serra também é rica do ponto de vista hidrológico, deste maciço escorrem numerosas linhas de água. Quatro rios nascem na Serra da Estrela: o Rio Mondego; o Rio Zêzere; — que 200 Km a jusante é tributário do Rio Tejo—; o Rio Alva — que tributa ao Rio Mondego — e o Rio Alvôco, todos eles nascidos da mesma Serra. Beneficiam duas das três maiores bacias hidrográficas do país: Mondego e Tejo — e sem que se apercebam, todos os dias, os habitantes de Lisboa e Coimbra usufruem e dependem da água proveniente da Serra da Estrela.
Um passeio para guardar no coração. A beleza estonteante das visões das estradas, da Torre com sua ventania, chuva, granizo e neve são para levarmos para sempre. Esperei alguns anos para realizar esse desejo de ir tocar a neve e nesse fim de semana meu marido realizou esse meu desejo e foi um dos melhores fins de semana que passamos.
Conhecemos pessoas e locais extraordinários. Superou a minha expectativa.
Recomendo que façam essa viagem mas com tempo suficiente para conhecer algumas das aldeias da montanha.
Sabugueiro a Aldeia mais alta de Portugal
Sabugueiro - A Aldeia mais alta de Portugal
O Sabugueiro é uma das mais extensas freguesias de todo o Parque Natural da Serra da Estrela e localiza-se a 1.100 metros de altitude, sendo por isso, conhecida como a "Aldeia mais alta de Portugal".
Localizada a meio caminho do ponto mais alto, no Planalto Central, a Torre, a aldeia é conhecida pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e pelas vistas de uma vegetação serra única.
Precisamente pela sua localização, o Sabugueiro constitui um dos melhores pontos de partida para conhecer algumas das estruturas do aproveitamento hidroeléctrico da serra da Estrela, de que são exemplo as barragens do Lagoacho, do Vale do Rossim e da Lagoa Comprida, o maior reservatório de água em toda a serra.
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