sexta-feira, 20 de março de 2026
El mundo
“El mundo cambia si dos se miran y se reconocen” (Octavio Paz)
Não importa quando você vai colocar suas vistas neste texto, as palavras sempre vão estar aqui esperando para serem lidas pelos seus olhos. São as flores que te ofereço e que nunca murcham. Os anos passaram através de nós e eu já nem sei se te reconheci ou reconhecerei. Mas continuamos jovens na lembrança um do outro. Não nascemos para permanecer neste planeta, estamos aqui só de passagem, nossa casa é bem longe daqui, um sobrado no alto de uma pequena montanha rodeado por campos de girassóis, minha energia é azul e a sua é rosa, por isso juntos somos lilás.
Talvez eu esteja alguns passos atrás ou muitos na sua frente desse caminho, mas o que importa é que em algum ponto dessa jornada antes que ela termine, nos encontraremos. Duele como muerte lenta la memoria de los dos, la sangre ardía por mis venas, pero, hoy se seca sin tu amor.En espera de ti, de ti, de ti Y nadie más.Si me llamas voy a tu lado soy todo por sentir tic de tu corazón. Si me dices no, yo me parto en dos. Prefiero decirte adiós...
(Neo Venturini – Madrid/Espanã, Marzo de 2025)
P.S.1: No importa cuando se va a poner su punto de vista en este texto, las palabras siempre van a estar aquí esperando a ser leído por sus ojos . Son las flores que le ofrecen y nunca se marchitan . No hemos nacido para estar en este planeta , estamos aquí sólo de paso , nuestra casa está muy lejos de aqui!
Pedaço da minha alma
Eu, que sou mais revelado pelo que não falo do que escondido pelo que digo, que tenho no silêncio da consciência tranquila minha melhor companhia.
Eu, que me alimento de frutos de fogo e bebo os mares da tranquilidade lunar para sobreviver entre as feras que escaparam de suas jaulas douradas e estão a espreita para nos devorar a qualquer momento.
Eu, cujo luz brilha na copa das árvores das serras azuis e brandas que tremulam no horizonte anunciando a relevância do dia e o terror da noite.
Eu, que tenho a sombra ainda bailando oculta entre os cabelos dela que se foi para um reino cuja a rainha será deposta em breve.
Eu, que preferia viver numa torre de marfim a ter que conviver com essa escória de notas musicais desafinadas, do que ser visto como ameaça ao invés de ser percebido como solução.
Eu, que fui mutilado pela máquina de moer futuros e tive alguns dos meus dedos decepados pelas suas engrenagens metálicas, que tive minhas janelas quebradas pelas pedras da miséria e que tive todas minhas portas trancadas pela revolução dos desinteressados em história.
Eu, que bebi veneno pensando ser antidoto, que edifiquei meu lar no alto da montanha sem saber que lá era a boca de um vulcão, que mudei de nome para ser menos conhecido porém mais lembrado.
Eu, que escrevo como única solução para escapar do campo magnético deste planeta.
(Guilherme Ortiz – Ou um pedaço da minha alma corsária que já não encarna mais em corpo nenhum)
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