segunda-feira, 29 de setembro de 2025
Um amigo, um altar
Como os altares, as amizades precisam ser construídas
Altar é lugar de sacrifício, lugar onde se oferece uma vítima em holocausto. Os altares sempre são constituídos para esta finalidade, para através de um sacrifício fazer memória dos favores que Deus concedeu.
Um altar precisa ser construído com esforço pessoal e decisão de coração. Ele é memorial, lugar da teofania, da manifestação do amor de Deus. Amizades são altares.
Amizade é oblação, é ir além do que é natural em nós, é tocar o sobrenatural. Da mesma forma que um altar pressupõe um holocausto, uma amizade traz em si o sacrifício. É preciso sacrificar a nós mesmos, nossas falsas verdades, nossos gostos e desejos pessoais. Amizade é altar, é lugar onde se derrama sentimento, lágrimas, sangue, vida. Se esse derramar em sacrifício não acontece, não há altar, não há amizade.
Como os altares, as amizades precisam ser construídas, edificadas com o que há de melhor em cada um. São sentimentos, experiências, valores, sonhos, que como verdadeiras pedras vão se sobrepondo para que ali verdadeiramente aconteça o sacrifício. São pedras que não podem ser tolhidas pelos desejos de nenhuma das partes, pois trazem em si aquilo que é o melhor, o sagrado, o original de Deus em cada um. Lapidá-las para adaptá-las às nossas vontades, aos nossos desejos, significa profaná-las. Eu não posso construir um altar, uma amizade com nada a não ser o que há de mais puro e sagrado. Eu não posso ser verdadeiramente um amigo se eu não levo comigo a originalidade de Deus em mim. Um altar profanado, uma amizade profanada, só tem um destino: a destruição.
Há um valor especial em qualquer coisa que nós mesmos construímos ou ajudamos a construir, ainda mais quando se trata de pessoas. Uma amizade que não traz em si a vontade de ajudar a construir o outro, não manifesta vida, não há significado, não há porque, não há santidade, não há razão de ser. Um altar é santo em razão do que ele significa. Uma amizade que não constrói o outro perdeu o seu sentido, o seu significado, a sua capacidade de sacralizar.
O ato de construir o outro não é fácil, causa dor em ambos, entraves, muito sacrifício mútuo e pessoal. Mas - como foi dito antes - se não há sacrifício, não há altar. Para construir o outro eu preciso derramar o meu sangue, a minha vida, para que a oferta do meu sacrifício seja capaz de trazer à tona o que há de melhor no outro, mesmo que para isso precise doer primeiro em mim. É um ato de oblação, de oferta, que à medida que nos aproxima do altar, nos aproxima do próprio Deus, tornando-nos interiormente livres. Quanto mais sacrifício há em uma amizade, mais liberdade se adquire, mais próximo de Deus se chega. O altar me leva a alcançar a Deus. Se uma amizade não me leva ao Senhor, ela perdeu a essência.
Deus me levou a construir amizades durante a minha vida. Elas são verdadeiros memoriais da visita do Senhor na minha história. São verdadeiros altares onde eu posso me derramar, derramar a minha vida, sacrificar a mim mesmo, ser melhor, crescer na certeza de estar me aproximando cada vez mais de Deus. Se uma oferenda é santificada e apresentada ao Senhor pelo contato com o altar, cada vez que me “derramo” sobre um amigo, sou apresentado mais santo do que poderia ser sozinho. Ninguém se santifica sozinho. Amizades são instrumentos eficazes de Deus para minha santificação.
Deus não colocou somente pessoas em minha vida, me deu amigos, me deu altares onde eu posso perpetuamente me oferecer em holocausto e me sacraliz
Renan Félix
Se não for assim nem rola
Comecei a sair com uma mina e nosso relacionamento era perfeito
Tipo Batman e Robin, Jay e Beyoncé,
Velho barreiro e engov.
Eu sempre levava álcool e cigarro, ela, as comidas(sem trocadilho). Estava tudo indo perfeitamente lindo até a hora que decidimos transar.
Depois de falar várias safadagens no whats, marcamos.
A noite era perfeita.
Naquele clima transante, jazz ao fundo, janela aberta, lua cheia, um vinho de canto e meio maço ao lado
E aquela beldade de um metro e meio (minha coluna até chora quando lembra dela, cada envergada pra beija-la era um bico de papagaio no espinhaço).
A gente lá se beijando e foi esquentando, fomos nos despindo e vrau!!! Ela estilo mulher maravilha, de bota calcinha e sutiã. Eu tipo Sonic, só de meia e tênis.
Por incrível que pareça sou um cara tímido pessoalmente, e também sou bem de boas no bate virilha.
E ela era linda, rosto angelical, black imenso, piercing, tatuagem, cara de aluna cdf.
Mas é aquele ditado né: Quem vê cara não vê tesão acumulado.
E durante o beijo num lance de 3 segundos ela incorporou José Aldo e me jogou na cama numa pegada mais agressiva e eu não entendi o que tava acontecendo
Ali começou a baixaria...
Ela me deu um tapa na cara e eu estranhei. Deu outro!
Questionei: Que porra é essa, lazarenta!?
Ela começou a gritar umas sacanagens em tons de ameaça.
Eu já tava na duvida se iria transar ou ser interrogado, era uma mistura de Bruna surfistinha com Capitão Nascimento. Eu tão assustado que nem sabia onde tava o baiano.
E mano, eu comecei a sair do clima e o Juca querendo arriar a bateria.
Fiquei em choque se ereto já tava apanhado desse jeito imagina se amolecesse?
Ela vai me asfixiar no travesseiro e reanimar com desfibrilador no meu brioco.
Tentei manter a calma mas era inevitável, já tava apanhando mais que talarico em cela de traficante. Sofrendo mais que corno ouvindo Amado Batista na jukebox do boteco tomando bavária.
De repente num ato de tesão e desespero eu virei ela com as costas pra cama foi, meio Ippon.
Ai vara vai, soco vem.
Parecia que eu tava atuando em Brasileirinhas, dirigido por Tarantino!
Pedia tapa na cara. Não curto muito essas brisas, mas se não batesse, era eu que apanhava.
Comecei a tomar uns tapa mais violentos, e a mão da desalmada era leve feito um saco de cimento.
Pra evitar os hematomas e eu não sair de lá mais roxo que o Barney, tive a brilhante ideia de abraça-la
Doido, a bicha cravou as unhas nas minhas costas e foi descendo as costelas tirando uns meio kg de coro.
Parecia que eu fui atacado por uma harpia
Não bastando os vergão e retaliação, a abençoada mordeu meu peito numa voracidade que ficou a marca umas três semanas, parecia um terceiro mamilo.
Dei um berro tão grande,meio grave desafinando pro agudo, parecia o Tarzan gripado.
Eu não sabia o que fazer!!!
A mina tava possuída pelo Satanás do cama Sutra
Meu corpo falava: Reaja!
Minha cabeça gritava: METE O PÉ!
O Juca pedindo substituição.
A gente no segundo andar eu não sabia se escalava pro terceiro ou se pulava dali mesmo.
Minha pressão subindo o Juca dando pane, suor pingando, a asma atacando, tava pior que jogador de várzea, já tinha atuado em todas as posições e nada de gol!
Não sou muito religioso, mas nessa hora foquei num pau nosso(perdoe me a blasfêmia),e depois de jogar os dois tempos mais a prorrogação quase indo pros pênaltis, cabeciei na área e teile...
Igual aquela série O.C, Um Estranho no Paraíso.
A sensação de segurança e dever cumprido.
Fui ao banheiro.
Tranquei a porta.
Lavei o rosto pra disfarçar a cara de choro.
Deu dois minutos...
Escuto de fundo...
Mozão volta pro segundo Round 😳 ( Estou tentando escapar pela janela do Banheiro😟)
Depois dos 60
“Depois dos 60, há coisas que a gente não pode mais sacrificar por ninguém.
Nem por filhos, nem por netos, nem por ninguém.
A primeira é a saúde — física e mental.
Sem ela, a gente não vive… sobrevive.
Não vale a pena se desgastar por quem não valoriza seu esforço.
A segunda é o tempo.
Você passou a vida toda correndo pelos outros.
Agora é a sua vez de viver no seu ritmo, com calma, com prazer.
A terceira é o seu dinheiro.
A aposentadoria não é para bancar adulto folgado.
Você trabalhou demais pra agora viver apertada pra agradar.
A quarta é a sua paz de espírito.
Chega de se meter em confusão alheia ou ficar engolindo desaforo só pra manter a “família unida”.
E a quinta… é o seu sonho.
Porque sim, ainda dá tempo.
Você não está velha, você está viva.
E enquanto há vida, há escolha.
Não se anule.
Depois dos 60, quem te ama de verdade vai entender: agora, é sobre você.”
segunda-feira, 22 de setembro de 2025
Per doar
"... Aprendi, outro dia que perdoar
é a junção de " per " com "doar".
Doar é mais do que dar.
Doar é a entrega total do outro.
O prefixo "per" que tem várias acepções,
indica movimento no sentido "de"
ou em "direção" a ou "através"
ou "para" etimologicamente falando,
portanto, perdoar, quer dizer doar ao
outro a possibilidade de que ele possa amar,
possa doar-se.
Não apenas quem perdoa que se
"doa através do outro".
Perdoar implica abrir possibilidades de
amor para quem foi perdoado,
através da doação oferecida
por quem foi agravado.
Perdoar é a única forma de facilitar
ao outro a própria salvação.
Doar é mais do que dar: é a entrega total ...
Perdoar é doar o amor,
é permitir que a pessoa objeto do perdão
possa também devolver um amor que,
até então, só negara ...
Artur da Távola
Viva
Não deixe suas panelas brilharem mais do que você!!!
Não leve a faxina ou o trabalho
tão a sério!
Pense que a camada de pó vai proteger
a madeira que está por baixo dela!
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever "Eu te amo" sobre os móveis !
Antigamente eu gastava no mínimo
8 horas por semana para manter
tudo bem limpo, caso "alguém
aparecesse para visitar" - mas depois descobri que ninguém passa
"por acaso" para visitar - todos
estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!
E agora, se alguém aparecer de
repente?
Não tenho que explicar a situação
da minha casa a ninguém... ?
... as pessoas não estão interessadas
em saber o que eu fiquei fazendo o
dia todo enquanto elas passeavam,
se divertiam e aproveitavam a vida...
Caso você ainda não tenha percebido:
A VIDA É CURTA ... APROVEITE-A!!!
Tire o pó ... se precisar...
mas não seria melhor pintar um quadro
ou escrever uma carta, dar um passeio
ou visitar um amigo,
assar um bolo e lamber a colher suja de
massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre
QUERER e PRECISAR ! Tire o pó... se precisar...
mas você não terá muito tempo livre...
para beber champanha, nadar na praia
(ou na piscina), escalar montanhas,
brincar com os cachorros,
ouvir música e ler livros, cultivar os
amigos e aproveitar a vida!!
Tire o pó... se precisar...
mas a vida continua lá fora, o sol
iluminando os olhos, o vento agitando
os cabelos, um floco de neve,
as gotas da chuva caindo mansamente....
- Pense bem, este dia não voltará
jamais !!
Tire o pó... se precisar...
mas não se esqueça que você vai
envelhecer
e muita coisa não será mais tão
fácil de fazer como agora...
E quando você partir, como
todos nós partiremos um dia,
também vai virar pó!!!
Nínguém vai se lembrar de quantas
contas você pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que você
ensinou.
AFINAL:
"Não é o que você juntou, e sim o que
você espalhou que reflete como você
viveu a sua vida."
''Depois que nos tornamos mães,deixamos de ser tão neuróticas com relação a limpeza, afinal nossos filhos são muito mais importantes e depois o serviço domestico nunca termina, e ainda por cima ninguém valoriza...
Sobre recomeços
Quantas vezes pensamos: Ah, se eu pudesse começar de novo, faria tudo diferente...
Começar de novo não é necessariamente começar novo.
Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, pense novo.
Às vezes, essas oportunidades chegam em forma de rupturas, mudanças dramáticas, perdas, rejeição, doenças.
Às vezes, a chance se esconde no fim das grandes crises, das guinadas da sorte, das puxadas de tapete.
Às vezes, só criamos coragem depois que perdemos o rumo, o chão.
Na maior parte das vezes, só enxergamos com clareza quando estamos de fora.
Começar novo não é reiniciar, é inventar outro padrão.
É preciso reconhecer os erros, os nossos e os alheios, as fraquezas, os excessos, os entraves.
Começar novo é permitir-se inclusive novos enganos, erros, fragilidades mas não os mesmos.
Só quem já apanhou da vida é capaz dessa façanha: passar os planos a limpo, faxinar os porões do coração,
despedir-se daquelas dores crônicas, libertar-se do passado.
Quando os velhos modelos falem, os antigos códigos não dizem mais nada, o futuro imaginado desaparece e até os sonhos murcham mas a despeito de tudo você percebe saídas, diagnostica a crise, identifica as fragilidades
e não se dá por vencido, nesse momento você está engendrando o novo.
Não uma retomada mas uma nova história.
Só quem viveu bem suas perdas e enganos pode começar novo.
Só quem conhece o peso do fracasso, da solidão e da esperança perdida pode trocar de pele, escolhas, script.
Como disse o filósofo: “O que não me mata, me fortalece”.
Alguns caminhos, erros e ideais só se percorre, comete e persegue uma vez.
Muitos deles têm prazo de validade.
Nossas escolhas, certezas e sonhos não são estáticos nem imexíveis;
muitas vezes são eles que se mudam de nós, desistem de nós.
Insistir é burrice, é prolongar o desgaste.
Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, seja generoso, diga sim, surpreenda-se e experimente ser a pessoa que você se tornou depois que enfrentou suas noites traiçoeiras,
chorou suas perdas, atravessou seus desertos, matou seus leões.
Pense nisso...
Muita paz!
Margarida
Hoje vou ensinar um pouco sobre minha flor preferida (ou seria minhas flores?)… A margarida, aquela com “miolinho” amarelo e lindas “pétalas” brancas! Aposto que a maioria das pessoas não sabem que a margarida, uma das flores mais populares de nossos jardins, pertencente à família Asteraceae, e, portanto, parente dos girassóis, crisântemos, entre outras, não é uma só flor, mas a reunião de muitas flores?
Tente examinar a margarida aproximando-se bem dela. Você verá que há ali reunidas dois tipos de flores: umas formam o miolo amarelo, enquanto as outras formam a borda esbranquiçada. Mas não pense que elas crescem assim juntas apenas para que possamos admirar sua união.
Essas flores têm funções biológicas importantes quando unidas, como a de produzir néctar, atrair polinizadores, além de gerar e receber pólen. Para isso, se dividem para desempenhar essas diversas “tarefas”. Muitas começam a desabrochar das extremidades em direção ao centro, assim, enquanto as flores da periferia estão na fase feminina – durante a qual são capazes de receber pólen -, as flores mais centrais estão na fase masculina – na qual liberam seu próprio pólen. Quando muitas flores estão assim reunidas, chamamos de inflorescência.
A margarida, assim como os crisântemos e girassóis, são uma reunião de pequenas flores que se desenvolvem de forma diferente!
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Um pouco de tudo
Que você tenha,De tudo, um pouco.
Sensibilidade
Para não ficar indiferente diante das belezas da vida.
Coragem
Para colocar a timidez de lado e poder realizar o que tem vontade.
Solidariedade
Para não ficar neutro diante do sofrimento da humanidade.
Bondade
Para não desviar os olhos de quem te pede uma ajuda.
Tranqüilidade
Para quando chegar ao fim do dia, poder deitar e dormir o sono dos anjo
Alegria
Para você distribuí-la, colocando um sorriso no rosto de alguém.
Humildade
Para você reconhecer aquilo que você não é.
Amor Próprio
Para você perceber suas qualidades e gostar do que vê por dentro.
Fé
Para te guiar, te sustentar e te manter de pé.
Sinceridade
Para você ser verdadeiro, gostar de você mesmo e viver melhor.
Felicidade
Para você descobri-la dentro de você e doá-la a quem precisar.
Amizade
Para você descobrir que, quem tem um amigo, tem um tesouro.
Esperança
Para fazer você acreditar na vida e se sentir uma eterna criança.
Sabedoria
Para entender que só o Bem existe, o resto é ilusão.
Desejos
Para alimentar o seu corpo, dando prazer ao seu espírito.
Sonhos
Para poder, todos os dias, alimentar a sua alma.
Amor
Para você ter alguém para amar e sentir-se amado.
Para você desejar tocar uma estrela, sorrir pra lua.
Sentir que a vida é bela, andando pela rua.
Para você descobrir que existe um Sol dentro de você.
Para você se sentir feliz a cada amanhecer
e saber que o Amor é a razão maior... para viver.
Mas se você não tiver um amor,
que nunca deixe morrer em você,
a procura... o desejo de o encontrar.
Tenha de tudo, um pouco... e Seja feliz!
Culpa?
Todos os problemas como tristeza, dor, frustração e mágoa podem ser sistematicamente reduzidos à uma ferida ou à um sentimento de culpa. Culpado por alguma coisa que a pessoa fez, ou deixou de fazer. Eu deveria ter feito aquilo, porque eu não fiz?. Eu não deveria ter feito aquilo, porque eu o fiz?, são os pensamentos natos do sentimento de culpa. Por outro lado, quanto ao ser machucado, porque aquela pessoa fez isso comigo? Como tal ser humano pode ter-me feito isto? Porque comigo?. Em ambos casos, existe uma premissa básica. Tal sentimento é centrado no “eu”, no “meu”, no microcosmo do mundinho individual. Mesmo assim, é imperativo entender que, na maioria dos casos emocionais e sentimentais, uma pessoa só pode machucar a outra quando ela possuir o seu aval, ou seja, é o “eu” que autoriza os outros a machucarem-no. Uma analogia bastante nítida é a hipnose, isto é, a hipnose apenas acontece se o hipnotizado deixar-se hipnotizar, de outra maneira, não importa o quanto o hipnotizador tentar, as sugestões hipnóticas serão improdutivas. Assim sendo, quando a pessoa estiver consciente do grau de liberdade que ela brindou à outrem para intervenir em suas emoções, ela também deve estar ciente do fato de que, ao fazê-lo, ela está outorgando poderes à outra pessoa que, eventualmente, podem ser utilizados em seu desfavor sentimental. Enquanto isto, trabalhar cognitivamente para entender os sutis papéis que a auto-percepção realiza na reflexão pessoal é um exercício que pode brindar excelentes compreensões pessoais. As possibilidades de machucar-se, ou machucar outrém, sempre existirão, mas a escolha de deixar-se ferir, ou ferir, é pessoal.
(Tadany – 09 07 11)
A estranha
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família. A estranha aceitou e, desde então, tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e meu pai ensinou-me a obedecer. Mas a estranha era nossa narradora. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias, mostrando imagens de suas narrativas.
Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar.
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, ia sozinha à cozinha para ter paz e tranquilidade, pois nós já estávamos com a estranha. (Agora me pergunto se, alguma vez, ela não teria rezado para que essa estranha fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las. Os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que, às vezes, queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar. Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outros sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha. Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar. Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia…
Seu nome?
Bom… nós a chamamos de TELEVISÃO.
Agora a estranha tem um marido que se chama Computador, um filho que se chama Vídeo Game, outro que se chama Celular e uma filha chamada Internet; todos penetraram em nossa casa, completaram a desagregação de nossa família, e o Celular anda até em nosso bolso, levando consigo a Internet.
Lembre-se: Os objetos foram feitos para nos servir, não o contrário.
terça-feira, 16 de setembro de 2025
Ser avó
Ser avó é um retorno sagrado ao altar da eternidade.
É reencontrar uma alma antiga que a vida, com ternura e mistério, vestiu de infância outra vez.
No toque suave daquela mão miúda, ela reconhece não só o sangue, mas o vínculo invisível que já atravessou tempos e existências. É o amor que volta, em silêncio, para ser novamente embalado.
O nascimento de um neto não é apenas um novo começo é a revelação de uma promessa antiga.
Quando os olhos da avó se encontram com os da criança, há ali um brilho de saudade, como se ambos soubessem que já se esperavam há muito.
É um reconhecimento profundo, que não passa pela lógica, mas pela alma.
E no colo da avó, o neto repousa como quem retorna a um lugar de onde nunca deveria ter saído.
Ser avó é amar sem pressa, com a calma de quem já compreendeu que o tempo é apenas um detalhe.
Ela olha o presente com os olhos do espírito e percebe que aquele pequeno ser, que agora chama pelo seu nome com doçura, talvez um dia já tenha chamado por “mãe”.
E mesmo que essa seja a última travessia juntos nesta estrada da carne, o coração da avó não se enche de medo, mas de gratidão.
Pois a alma sabe: o amor que é de verdade, mesmo que se transforme, jamais se perde.
Ele muda de nome, muda de corpo, muda de tempo, mas não de essência.
E quando a avó embala seu neto, ela não acalenta apenas o presente. Ela ampara a eternidade inteira que pulsa dentro de ambos.
Em algum lugar do tempo, essas almas já se escolheram.
E se reencontraram agora para cumprir mais uma vez o ciclo mais puro do amor:
o de quem cuida, o de quem volta, o de quem nunca deixou de estar.
12 Leis da Gratidão
12 Leis da Gratidão que vão mudar a sua vida
1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato
Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.
Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.
2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz
· É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.
· Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.
3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”
· Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.
· Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.
4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento
· Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.
· Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.
5. A gratidão inclui tudo
· Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.
· Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.
6. O que você tem para ser grato no presente, muda
· Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.
· A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela
7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas
· O que separa privilégio de benefício é a gratidão.
· A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.
8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente
· O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.
· Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.
9. Gratidão inclui retribuição
· Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.
· É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.
10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão
· Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.
· Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.
11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente
· Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração que você está realizando agora.
· Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.
12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão
· Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.
· Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca preveu.
Pelo o que você é grato hoje? Como a gratidão afeta a sua vida?
Fonte do texto: O Segredo
Quando ela tirar a roupa...
Quando ela tirar a blusa não espere um corpo perfeito, sem barriga e cintura de modelo, porque ela não vai ter. Quando ela tirar a saia ou calças não espere um bombom perfeito sem estrias, sem celulites, porque ela vai ter.
Quando ela tirar o sutiã, a calcinha não espere um pak perfeito, peixe rosa e pélvis rosa estilo barbie, porque não vai ser assim.
Quando ela tirar a roupa, entenda que vai deixar de lado seus medos, rótulos e preconceitos que muitas vezes a enchem de inseguranças. Quando ela tirar a roupa, entenda que ela se atreveu a desafiar esses medos e inseguranças para confiar em você, para obsquiar a oportunidade de conhecê-la, não só do corpo, mas também por dentro.
Quando ela tirar a roupa, entenda que ela não está só tirando a roupa. É mais do que isso, ela está se mostrando com você sendo imperfeita, com seus complexos e inseguranças, com seus quilinhos demais, com sua barriga que tenta esconder, com suas estrias e suas manias
quando ela tirar a roupa, entenda que você está conhecendo uma mulher de verdade, que não só tem uma ou duas, mas várias imperfeições, que ela não está só mostrando seu corpo, mas também está despindo sua alma.
E se tudo isso não te basta, Então você não entendeu nada. Deixe ela, alguém que a valorize virá. e a ame como ela é, que verá arte onde você via imperfeições...
Não jogue pérolas aos porcos
Os antigos já alertaram contra o desperdício de nossa energia em quem não sabe apreciá-la.
Assim como as pérolas não têm valor para os porcos, seu tempo, suas palavras e seu esforço não terão para aqueles que não têm disposição para compreendê-las.
Sêneca disse: "Não é que tenhamos pouco tempo, é que desperdiçamos muito. ”
Sabedoria não consiste em convencer todo mundo, mas em escolher cuidadosamente a quem você dá sua atenção.
Não ofereça sua calma para quem vive do caos.
Não dê sua lealdade a quem negocia traição.
E não dê sua paz a quem só quer te arrastar para a lama.
Cuidado com suas pérolas.
Porque cada uma é a sua própria vida.
Significa não dar o valor a quem não sabe apreciar.
As "pérolas" simbolizam o precioso: sabedoria, conselhos, amor, tempo, esforço. Os “porcos” representam pessoas que não têm disposição, sensibilidade ou maturidade para valorizar
Anosognosia
Que alívio ter conhecimento disto!
Desde há uns tempos a esta parte que andava preocupado porque:
1.Não me recordava dos nomes próprios;
2.Não me recordava onde deixava algumas coisas;
3.Quando estou a conversar e tenho que interromper o pensamento por ser interrompido, tenho dificuldades de continuar com a conversa no ponto em que a tinha deixado;
Enfim, creio que começava a pensar que tinha um inimigo dentro da minha cabeça, cujo nome começa por Alz...
Hoje li um artigo que me deixou bem mais tranquilo, por isso passo a transcrever a parte mais interessante:
"Se tu tens consciência dos teu problemas de memória, então é porque ainda não tens problemas"
Existe um termo médico que se chama ANOSOGNOSIA, que é a situação em que tu não te recordas temporariamente de alguma coisa. Metade dos maiores de 50 anos, apresentam algumas falhas deste tipo, mas é mais um facto relacionado com a idade do que com a doença.
Queixar-se de falhas de memória, é uma situação muito comum em pessoas com 50 ou mais anos de idade.
Se traduz por não recordar um nome próprio, entrar numa divisão da casa e esquecer-se do que se ia lá fazer ou buscar, esquecer o título de um filme , ator , canção, não se lembrar onde deixou os óculos, etc. etc..
Muitas pessoas preocupam-se, muitas vezes em excesso, por este tipo de esquecimento. Daí uma informação importante:
"Quem tem consciência de ter este tipo de esquecimento, é todo aquele que não tem problemas sério de memória. Todos aqueles que padecem de doença de memória, com o inevitável fantasma de Alzheimer, são todos aqueles que não tem registo do que efetivamente se passa.
B. Dubois, professor de neurologia de CHU Pitié-Salpêtrière,encontrou uma engraçada, mas didáctica explicação, válida para a maioria dos casos de pessoas que estão preocupadas com os seus esquecimentos:
"Quanto mais se queixam dos seus problemas de memória, menos possibilidades têm de sofrer de uma doença de memória".
Este documento é dedicado a todos os esquecidos que me recordo.
Se esquecerem de o compartilhar, não se preocupem porque não será
Alzheimer... são os muitos anos que vos pesam dentro das vossas cabeças.
Regina Oliveira
Relação amorosa
A busca de uma relação amorosa ideal costuma consumir muita energia.
Tem-se a ideia de que é impossível ser feliz sem fazer parte de um casal afetivamente ligado.
Com base nessa premissa, encontrar uma pessoa considerada especial converte-se em uma necessidade premente.
O amor deveria ser fonte de felicidade e plenitude.
Contudo, em se tratando do denominado amor romântico, isso nem sempre se dá.
Uma parcela considerável dos casais manifesta tristeza ou enfado com a relação em que se encontra.
De outro lado, quem está sozinho se exaspera com semelhante estado de coisas.
Ocorre que os vínculos que se estabelecem entre os seres podem ser de duas ordens.
A primeira e mais banal, origina-se da atração física.
Quem se deixa levar por ela não raro se arrepende.
Estabelecer vínculo com base em aparência equivale a comprar um produto apenas porque está bem embalado.
Sem maiores indagações quanto ao seu conteúdo e utilidade, a decepção é quase certa.
A atração física, como móvel exclusivo do desejo de união, sempre é um tanto temerária.
Ela engendra contínuas decepções, seja ou não correspondida.
Muitas vezes, alguém afirma amar perdidamente.
Imagina que nunca será feliz sem o ser amado e se tortura pela indiferença com que seu afeto é recebido.
Entretanto, esse amor imaginado provavelmente não resistiria ao convívio.
Porque não se efetiva o conúbio, o outro parece possuir todas as qualidades.
Assume uma imagem ideal, na medida de sua inacessibilidade.
Contudo, se o desejo encontra receptividade, começa o teste das dificuldades do dia a dia.
Na convivência íntima, muitas vezes o sonho converte-se em pesadelo.
À míngua de real afinidade, as diferenças transformam-se em abismos.
Ocorre algo semelhante a quando se vê em uma loja um lindo móvel ou uma bela peça de decoração.
Malgrado a aparência sedutora, aquele bem não se harmoniza com a decoração da residência de quem o cobiça.
Caso a aquisição se efetive, em vez de algo útil e confortável, tem-se um problema.
Não porque haja alguma coisa errada com o bem em si.
Ele simplesmente não combina com o local onde é colocado.
Já as relações oriundas da afinidade entre almas trazem em si a promessa de felicidade.
Transcendem os problemas comuns da vida e mesmo se fortalecem com eles.
Não se fundam em aparências, mas em valores partilhados e projetos de vida em comum.
Talvez não ensejem violentos desejos e nem torturantes indagações.
Mas se embasam em afeto, ternura e respeito e amadurecem ao sol da experiência.
Amar
Amar, quando se é madura, deixa de ser uma ânsia desenfreada por preencher vazios. Torna-se, com o tempo e com as cicatrizes bem curadas, um transbordamento tranquilo. Não é mais sobre se apaixonar e se perder no outro. É sobre se encontrar tão profundamente em si mesma que o amor se torna uma extensão natural do que já pulsa dentro de você.
Uma mulher madura não ama para ser completada, ama para compartilhar. Ela aprendeu que o amor verdadeiro não prende, não sufoca, não exige provas diárias. Ela sabe que presença não é vigilância, é escolha. E que liberdade não é ameaça, é confiança.
Quando ela oferece o seu amor, faz isso com gratidão, não com cobrança. Ela reconhece o valor que existe em alguém estar disposto a recebê-lo. Não está em busca de alguém que preencha expectativas, mas de uma conexão onde ambos possam crescer juntos, mas inteiros. Onde os silêncios sejam confortáveis e os espaços respeitados.
E quando duas pessoas maduras se encontram nesse ponto, não se fundem para desaparecer, mas para florescer lado a lado. São como árvores que dividem a terra, mas não as raízes. Que se tocam, se protegem, se acolhem, mas jamais deixam de buscar a luz por si mesmas.
Porque o amor, para quem já se conhece, já se reconstruiu e já se curou, não é prisão. É lar. E um lar nunca deve ser uma cela. Deve ser abrigo. Deve ser liberdade.
Esse é o amor que vale a pena. Aquele que nasce do ser. Que não suplica, não implora, não fere. Que escolhe todos os dias, com calma, com doçura e com verdade.
E se ainda não chegou, não se apresse. Cultive esse amor em você. Porque a mulher que se ama em silêncio, inevitavelmente atrai um amor que fala a mesma língua.
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
Oportunidades
As oportunidades são como as ondas do mar,que vêm e vão...Saber reconhecer e aproveitar uma oportunidade,quando aparece,é bastante importante.
Muitas vezes elas chegam,temos consciência,mas não tomamos nenhuma atitude,não conseguimos enfrentar o comodismo,o medo,a insegurança...
Começa o dilema interior,o incrível "se"toma conta da nossa mente e nos pomos a perguntar
E se não der certo? E se eu largar o certo pelo duvidoso? E se a decisão for errada?
Isto acontece comigo,com voce,com todo mundo.
Quando vemos,a oportunidade passou e nós não a aproveitamos. Algumas vezes,vemos que quem a agarrou,se saiu muito bem,
Com isso,por falta de atitude,continuamos no mesmo emprego que nos deixa infeliz,permanecemos com os mesmos amigos que não nos acrescentam nada,ficamos casados com uma pessoa que há muito não amamos,moramos numa casa que não nos agrada,mas que é nossa ha muito tempo...
Estamos sempre nos escorando em desculpas esfarrapadas,que,no fundo,não convencem nem a nos mesmos!Precisamos acreditar mais em nós mesmos,confiar no Pai,que não nos desampara,ter otimismo diante da vida.
Quando aparecer uma oportunidade na sua vida,siga sua intuição,aquela vozinha la no fundo...
Se voce a ouvir e seu coração se alegrar,voce fez a escolha certa.Siga em frente!Enfrente obstáculos,
vença seus medos!
Com certeza,um dia vai olhar pra tras e dizer:
Eu venci.
A única maneira de conseguir olhar para si mesmo sem precisar de espelhos, é conhecendo-se profundamente. Saber quem somos
O encontro de duas almas
“Duas almas são predestinadas quanto tem uma missão a cumprir juntas, e assim, por ter sido um encontro marcado lá do outro lado, onde pactuaram voltar, para se encontrarem e realizar determinada missão, sendo assim, quando as almas se encontram, tudo pode acontecer, podendo haver a explosão do amor não vivido em outras vidas.
Este amor chega sem ter dia marcado ou momento marcado para acontecer. Simplesmente chega, e se instala, criando uma verdadeira orgia de sentimentos alegres, que modificam todos os propósitos e conceitos até então firmados.
Existem momentos de tristeza, causada por uma dúvida que machuca, que gostaria de saber o porquê de não se terem encontrado antes, ainda mais quando o momento desse encontro acontece quando não é mais possível extravasar toda a plenitude do amor que trazem, quando não é mais possível viver a alegria de amar e querer compartilhar a vida com o outro. Enfim, como essas almas se sentem sem a possibilidade de realizar este amor em total plenitude, o que causa um inexplicável sentimento de saudade de algo que não foi vivido.
Uma saudade doída de algo vivido em outras vidas, saudade daquilo que poderia ter sido, mas que por alguma razão não o foi.
Reconhecem, porém, que não haverá retorno para suas pretensões, e mesmo estando distantes, entendem a alegria, a tristeza, o querer um do outro.
Estas almas falam além das palavras, e aliás, delas não precisam, pois se comunicam, se encontram, se amam pelo éter, pelo espaço sideral. São encontros etéricos.
Se o reencontro ocorrer no tempo certo, estas almas afins se entrelaçam e buscam a forma de juntas ficarem, num processo contínuo de reaproximação até a consumação do resgate daquilo que vieram cumprir.
Se diferente for, se o reencontro ocorre num espaço de tempo diferente do que suas realidades possam permitir, ainda assim estas almas ficam marcadas, e nunca conseguirão se separar, mesmo que os corpos se separem, elas continuarão a se sentir, pois almas que assim se encontram não mais se sentirão sozinhas, pois reconhecerão a necessidade que têm uma da outra para toda a eternidade.
São almas que atravessam os tempos, as muitas passagens, buscando o resgate final de seu amor, até que em determinada passagem conseguem cumprir o resgate, tendo então seu descanso final, quando conseguem ter um lindo dia.”
Marcial Salaverry
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