Muitas perguntas, diversas e distintas respostas,
mas nenhuma real certeza de qual delas é a correta.
Eu, um ser humano, uma pessoa, um alguém em busca do conhecimento do seu próprio eu. Alguém que busca sanar suas dúvidas constantes e insistentes, que busca entender e compreender o outro, mesmo sem compreender o que é, porque é e até mesmo se existem motivos pra ser.
Um minúsculo ponto num universo de tantas possibilidades. Universo esse tão pouco explorado por aqueles que acreditam ser seus donos, mas que nem ao menos se dão conta da imensidão que possui, das inúmeras surpresas que nos reserva ou reserva pra si mesmo, por saber que não somos evoluídos o suficiente para compreender tais novidades, de tudo que contém, dos motivos pelos quais não sabemos o que ambicionamos incessantemente saber.
Ser apenas eu ou não ser ninguém, parece envolver tantas e inúmeras coisas, condições, motivos, que isso me torna uma incógnita cada vez maior, um alguém que nem mesmo entende o que é, um alguém que nem mesmo sabe quem é, quem pode ser, o que foi e o que será.
São tantas coisas, pensamentos, dúvidas, dúvidas e mais dúvidas numa única mente, de uma única pessoa, com tantos quereres e com tão poucas razões para entender o porquê desses tais quereres.
Penso que talvez eu seja egoísta ao querer que eu mesmo possa me compreender, se existem tantas pessoas que passam por essa vida e nem mesmo têm a oportunidade ou a inquietude de se questionarem sobre o que eram, porquê eram, pra quê eram e pra quê e o que seriam ou foram.
Trata-se de uma imensidão curiosa de dúvidas constantes ou como a maioria com certeza pensará, talvez sejam devaneios de uma mente cheia de aflições e loucos pensamentos sobre uma realidade sem graça e monótona de um mundo tão triste, no qual pessoas vivem em busca de algo palpável que lhes traga aquela sensação de bem estar temporário e que pareça suprir suas reais necessidades humanas, psicológicas e talvez até mesmo físicas.
Devo parecer realmente louco por atribuir a esse texto um título estranho, com repetições e que traz a ideia de que falarei apenas de mim e ao invés disso permear em outros temas que para muito pareçam desconexos, mas pra mim e na minha cabeça tudo se conecte de forma tão coesa e natural que não lembro de expressar-me de uma forma passível de entendimento, já que apenas eu estou visualizando minhas ideias.
Escrever isso me faz pensar que talvez eu seja realmente um louco incurável, com um tipo de patologia ligada ao prazer da escrita e da leitura dessa escrita, mesmo que ela seja apenas algo existente no meu mundo e não nos das demais pessoas que me cercam diariamente ou das que já passaram pela minha vida.
Será reconfortante se existirem pessoas com dilemas iguais ou semelhantes aos meus que possam ler essas palavras e se sentirem compreendidas e não tão sozinhas num mundo onde a maioria se preocupa pouco em conhecer seu eu interior.
Eu, um ser humano, uma pessoa, um alguém em busca do conhecimento do seu próprio eu. Alguém que busca sanar suas dúvidas constantes e insistentes, que busca entender e compreender o outro, mesmo sem compreender o que é, porque é e até mesmo se existem motivos pra ser.
Um minúsculo ponto num universo de tantas possibilidades. Universo esse tão pouco explorado por aqueles que acreditam ser seus donos, mas que nem ao menos se dão conta da imensidão que possui, das inúmeras surpresas que nos reserva ou reserva pra si mesmo, por saber que não somos evoluídos o suficiente para compreender tais novidades, de tudo que contém, dos motivos pelos quais não sabemos o que ambicionamos incessantemente saber.
Ser apenas eu ou não ser ninguém, parece envolver tantas e inúmeras coisas, condições, motivos, que isso me torna uma incógnita cada vez maior, um alguém que nem mesmo entende o que é, um alguém que nem mesmo sabe quem é, quem pode ser, o que foi e o que será.
São tantas coisas, pensamentos, dúvidas, dúvidas e mais dúvidas numa única mente, de uma única pessoa, com tantos quereres e com tão poucas razões para entender o porquê desses tais quereres.
Penso que talvez eu seja egoísta ao querer que eu mesmo possa me compreender, se existem tantas pessoas que passam por essa vida e nem mesmo têm a oportunidade ou a inquietude de se questionarem sobre o que eram, porquê eram, pra quê eram e pra quê e o que seriam ou foram.
Trata-se de uma imensidão curiosa de dúvidas constantes ou como a maioria com certeza pensará, talvez sejam devaneios de uma mente cheia de aflições e loucos pensamentos sobre uma realidade sem graça e monótona de um mundo tão triste, no qual pessoas vivem em busca de algo palpável que lhes traga aquela sensação de bem estar temporário e que pareça suprir suas reais necessidades humanas, psicológicas e talvez até mesmo físicas.
Devo parecer realmente louco por atribuir a esse texto um título estranho, com repetições e que traz a ideia de que falarei apenas de mim e ao invés disso permear em outros temas que para muito pareçam desconexos, mas pra mim e na minha cabeça tudo se conecte de forma tão coesa e natural que não lembro de expressar-me de uma forma passível de entendimento, já que apenas eu estou visualizando minhas ideias.
Escrever isso me faz pensar que talvez eu seja realmente um louco incurável, com um tipo de patologia ligada ao prazer da escrita e da leitura dessa escrita, mesmo que ela seja apenas algo existente no meu mundo e não nos das demais pessoas que me cercam diariamente ou das que já passaram pela minha vida.
Será reconfortante se existirem pessoas com dilemas iguais ou semelhantes aos meus que possam ler essas palavras e se sentirem compreendidas e não tão sozinhas num mundo onde a maioria se preocupa pouco em conhecer seu eu interior.
Ass.: ODesconhecidoEu
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